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26/03/2014

Valorização dos imóveis diminui ritmo nas capitais

"Cbic"
26/03/2014

Valor Econômico

Valorização dos imóveis diminui ritmo nas capitais

Por Sérgio Tauhata | De São Paulo  Schaeffer, da Zap Imóveis: maior parte da alta de preços represados já ocorreu

Pela primeira vez, desde 2008, a variação média mensal dos preços anunciados de imóveis medido pelo índice FipeZap mostrou um resultado abaixo da inflação. Essa mínima, de 0,57% ante um IPCA de 0,69%, ocorreu em fevereiro e representa a quarta desaceleração consecutiva na versão ampliada do indicador que reflete o comportamento dos valores de 16 grandes cidades no país. Para Eduardo Schaeffer, presidente da Zap Imóveis, responsável pela pesquisa, desde o ano passado o comportamento do mercado já sinalizava uma tendência de redução do ritmo de alta e uma variação mais próxima da inflação. "A maior parte da subida de preços, que estavam represados nas capitais, já tinha acontecido até o começo de 2013 e era de se esperar que o ritmo diminuísse", diz.

O cenário deste ano, com economia mais lenta e eventos no horizonte, deve sustentar essa desaceleração. O Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP) prevê crescimento zero para o mercado paulistano em 2014, que deve registrar o mesmo volume de vendas e lançamentos residenciais de 2013. Para a entidade, a Copa do Mundo e as eleições teriam como impacto desaquecer a comercialização.

Para Schaeffer, pode haver uma concentração de lançamentos no segundo semestre. "Parte das incorporadoras está migrando as novidades para o período pós-Copa, porque veem o momento atual como pouco propício", diz o diretor da Zap Imóveis.

O economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci, ressalva que, embora as projeções mostrem um período mais turbulento. o resultado de 2014 pode surpreender. "No ano passado o imóvel subiu mais do que esperávamos. Imaginávamos que o imóvel subisse mais próximo ao INCC, mas avançou, em termos nominais, quase 20% em São Paulo", afirma.

De acordo com a responsável pelo Índice Nacional de Construção Civil (INCC) e da Sondagem da Construção da Fundação Getulio Vargas (FGV), Ana Maria Castelo, existe nas capitais uma demanda orgânica forte por imóveis residenciais. "Se olharmos a Pnad [Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílio, do IBGE] de 2012, o ritmo de crescimento das famílias no país é muito superior ao crescimento populacional. Isso significa uma demanda habitacional", explica.

Além da demanda crescente, o aumento do teto de financiamentos pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) também tem ajudado a sustentar o crescimento do mercado residencial. Em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal, o limite aumentou para R$ 750 mil. Segundo Petrucci, do Secovi-SP, "85% do que é lançado está dentro desse novo limite do SFH".

A diretora comercial do grupo imobiliário Lello, Roseli Hernandes, acrescenta que a liquidez do mercado também está ligada ao SFH. "Quase metade, 48% dos negócios, é feita por financiamento imobiliário", afirma.



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