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28/03/2011

Sinduscon aposta na expansão da construção

 

28/03/2011 :: Edição 065

Jornal Diário do Comércio/BR    |   26/03/2011

sinduscon aposta na expansão da construção

Setor critica excesso de burocracia.

LUCIANA SAMPAIO.

ALISSON J. SILVA

Construtoras mineiras aproveitaram os "bons ventos" de 2010 para
dar continuidade a seus projetos

Após ter passado todo o ano passado com forte aquecimento, a construção
civil registrou queda na produção pelo segundo mês consecutivo, em fevereiro,
de acordo com sondagem do setor divulgada ontem pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O presidente do Sindicato
da Indústria da Construção Civil
de Minas Gerais (Sinduscon-MG), Luiz
Fernando Pires, avaliou que questões de ordem política, como ajustes
orçamentários para 2011 e destinação de recursos para o programa "Minha casa, minha vida" e para o
financiamento de moradias pela
Caixa Econômica Federal são os principais fatores que explicam uma leve
retração do setor no Estado.

Pires participou de reunião em Brasília, nesta semana, com representantes
dos sindicatos de todos os estados do país, e constatou que a demanda por
habitação continua alta.

"A nossa luta é para reduzir a burocracia, que é um grande entrave para
o setor", adianta. No Estado, a indústria
da construção civil
pretende atingir índice de crescimento de 11% neste
ano, o que confirma que as empresas estão aproveitando os "bons
ventos" do ano passado para dar continuidade a seus projetos, lançamentos
e entregas.

A tranqüilidade da indústria da
construção
mineira contrasta com o resultado da sondagem feita pela CNI.
Na escala em que valores abaixo de 50 pontos indicam retração, o indicador da
entidade registrou 49 pontos no período, reduzindo o ritmo de queda em relação
a janeiro, quando atingiu 47,2 pontos.

Na escala de zero a 100 pontos, na qual 50 pontos representam o patamar de
produção comum para o período, o indicador registrou 50,1% no mês passado. Em
fevereiro de 2010, o mesmo indicador apontou 55,6 pontos, um índice que
apontava nível superior de operação para o período.

Além do período de chuvas que caracteriza os dois primeiros meses do ano, a
posse da presidente Dilma Rousseff também é um fator que explica a retração do
primeiro bimestre deste ano, conforme informação do gerente-executivo da
Pesquisa da CNI, Renato da Fonseca.

A queda na produção do setor não teve reflexo no nível de contratação de mão
de obra. Ao contrário, o emprego na construção civil voltou a subir em
fevereiro, registrando 51,2 pontos, o que reafirma a confiança dos empresários
no presente exercício. Em janeiro houve queda, com índice de 49,5 pontos.

Para o presidente do Sinduscon-MG, a operação da indústria da construção civil tem uma dinâmica própria, na qual há
momentos de grande procura por projetos. No instante seguinte, a aprovação dos
mesmos. Depois são feitos os lançamentos e, após a conclusão das obras, as
entregas. No momento, segundo a sondagem da CNI, as expectativas em relação a
novos empreendimentos ficaram em 61,4 pontos.


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