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29/02/2012

Segunda etapa larga com mais velocidade

"Cbic"
29/02/2012 :: Edição 277

 

Diário Catarinense/SC 29/02/2012
 

Segunda etapa larga com mais velocidade

Lançada há oito meses, a segunda fase do programa Minha Casa, Minha Vida apresenta resultados expressivos nas faixas de contratos de famílias com renda mensal superior a R$ 3,1 mil. Dos 17.760 contratos assinados para as duas faixas do programa a partir deste rendimento, foram entregues 44,6% das unidades.
 O mesmo não acontece com a primeira faixa de financiamento, para famílias com renda de até R$ 1,6 mil. Dos 2.209 contratos assinados até o início deste mês, apenas 4,7% das unidades foram entregues.
 Ainda que a segunda fase esteja no começo, é possível perceber como esta primeira faixa, para quem tem uma renda menor, demora mais para decolar. Em Florianópolis, por exemplo, na primeira fase do MCMV não foi assinado nenhum contrato para famílias que recebiam até três salários mínimos. Em cidades da região metropolitana, como Palhoça, São José e Biguaçu, esta faixa evoluiu porque contou com parcerias das prefeituras, que doaram terrenos.
 Correspondentes imobiliários ajudam a aumentar oferta 
 Uma mudança na forma de trabalhar do banco teria contribuído para os números da segunda fase serem expressivos. Desde dezembro, o MCMV vive uma nova fase com a adoção por parte do banco de correspondentes imobiliários. Em parceria com imobiliárias, a Caixa ampliou a capacidade de atendimento do público.
 De acordo com o gerente regional de construção civil da Caixa em SC, Marcelo Moser, a contratação na Grande Florianópolis teria triplicado desde dezembro do ano passado.
 Em oito meses, foram assinados quase 20 mil contratos, 61,8% mais do que o resultado da primeira fase do programa registrado após dois anos. Além de adotar os correspondentes imobiliários, o banco está focando a aprovação de projetos em cidades diferentes. Isso porque foi identificado um excesso de ofertas em Palhoça, por exemplo, o que prejudica a finalização dos empreendimentos.
 Para evitar esse tipo de problema, estamos interiorizando o programa. Queremos levá-lo para mais municípios, para desconcentrar as obras e oferecer estes produtos em regiões que não acessaram o MCMV ainda .
 O foco na regional de Florianópolis seriam empreendimentos em cidades como Porto Belo, Itapema, Bombinhas, São João Batista, Tijucas e Santo Amaro da Imperatriz. Faltariam projetos também na Capital, especialmente na Ilha, voltadas para qualquer faixa de rendimento.
 Com esta medida, queremos facilitar a mobilidade urbana e evitar um excesso de oferta de imóveis em algumas regiões   explica Moser.

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