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10/02/2014

Os financiamentos imobiliários somaram R$ 109,2 bilhões e bateram recorde em 2013 no Brasil

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10/02/2014

Zero Hora – Últimas Notícias

Os financiamentos imobiliários somaram R$ 109,2 bilhões e bateram recorde em 2013 no Brasil

Fazer contas para comprar um imóvel faz parte da vida da maioria dos brasileiros

Filhos estão saindo cada vez mais tarde da casa dos pais, é verdade. Passada essa etapa, é preciso enfrentar a vida de inquilino ou começar a fazer as contas e obter crédito imobiliário para comprar a própria residência.

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 Parcelar a compra de um imóvel tem sido a opção de cada vez mais pessoas. Os financiamentos imobiliários no Brasil bateram recorde em 2013 e somaram R$ 109,2 bilhões, crescimento de 32% em relação a 2012. A expectativa é de crescimento robusto também em 2014, de cerca de 15%, divulgou a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

O avanço expressivo, segundo especialistas, é um reflexo do mercado de trabalho aquecido. Com mais gente empregada e aumento de renda da população, mais pessoas buscam realizar o sonho da casa própria. Outro fator que pode ter impulsionado o crédito imobiliário foi a decisão do Conselho Monetário Nacional (CMN) que no ano passado elevou o teto de financiamento imobiliário com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de R$ 500 mil para R$ 650 mil ou R$ 750 mil – dependendo da região.

– Para fazer a melhor escolha, é preciso entender algumas questões que irão influenciar diretamente na composição do valor das parcelas, como taxa de juro e o sistema de amortização, que é como o cliente paga a quantia que de fato pegou emprestado com o banco – explica Samy Dana, professor de finanças da Fundação Getulio Vargas (FGV) e autor do livro 10x sem Juros, Saiba Como Se Proteger das Armadilhas do Crediário.

Na prática, as taxas de juro cobradas pelas principais instituições financeiras variam de 9% a 12% ao ano. Mas há opções mais baratas, em torno de 4,5%, que correspondem a programas habitacionais subsidiados pelo governo, como o Minha Casa Minha Vida.

O valor que o cliente pega emprestado no banco e o juro que paga por ele não são os únicos custos. O Banco Central obriga todas as instituições financeiras a informar o Custo Efetivo Total (CET), que corresponde a todos os encargos e as despesas incidentes nas operações de crédito.

– Sobre o financiamento, incide uma série de custos adicionais, como taxas administrativas e seguros, que podem dar um peso extra no bolso. Somente com esses custos em mãos é possível fazer uma comparação consciente. Muitas vezes, o banco que tem a menor taxa pode ter uma prestação mais cara por conta dos custos inclusos, como seguros, avaliação do imóvel e serviços administrativos – diz Miguel Oliveira, diretor executivo de Estudos Financeiros da Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).

Especialistas recomendam não comprometer mais de 25% da renda mensal com a prestação do imóvel. Mas se um dinheiro extra aparecer, abater parte do financiamento e diminuir o tamanho ou o número de parcelas é uma boa alternativa.

– Os juros que os bancos cobram pelo financiamento, em geral, são maiores do que aqueles que as instituições financeiras remuneram na poupança ou em títulos – afirma Samy Dana, da FGV.

Como deixar o financiamento do imóvel mais leve ou curto 

 1) Quem optou por um financiamento residencial longo , de 15, 25 ou 35 anos, não precisa esperar todo esse tempo para quitar a dívida.

2) Quando entra recurso extra , é possível fazer o que se chama de amortização – adiantar o pagamento ao banco, reduzindo o saldo devedor do imóvel, acelerando a quitação da casa própria e, portanto, pagando menos juro. Nesse caso, como o dono do imóvel paga o banco antes do previsto, a instituição não cobra juros sobre a quantia antecipada.

3) Quem não sente que o tamanho as parcelas  está pesando demais no bolso pode dar um valor extra e optar por manter o valor da parcela e reduzir o prazo é a melhor opção. Neste caso, é possível quitar o imóvel mais rapidamente.

4) Para quem financia com a construtora  é mais vantajoso manter o valor da parcela e reduzir o prazo. Como o juro é corrigido pelo Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M), quanto maior o prazo, maior o risco de a taxa subir muito com o aumento de preços refletido no índice.

5) Para quem fez um financiamento com índice pós-fixado , normalmente a Taxa Referencial (TR), que varia de acordo com a flutuação da taxa básica de juro, a sugestão também é reduzir o número de parcelas. Com o aumento da Selic, a dívida fica mais alta. Diminuir o prazo elimina incertezas futuras.

6) Para quem precisa dar uma trégua no orçamento , manter o prazo e reduzir o valor da parcela é interessante. O vínculo com a dívida continuará sendo longo, apesar do alívio momentâneo.

 


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