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Agência CBIC

31/03/2017

O FUTURO DA MINHA CIDADE AVANÇA NO BRASIL

PROJETO JÁ CONTA COM CONSELHOS DE DESENVOLVIMENTO ESPALHADOS PELO PAÍS, PARA QUE A SOCIEDADE SEJA PROTAGONISTA DO FUTURO DE SUA CIDADE

Ganha força com os apaixonados pelas cidades de Goiânia (GO), Chapecó (SC), Cascavel (PR), Manaus (AM), Uberlândia (MG), São Luís (MA), Porto Velho (RO), Joinville (SC), Volta Redonda (RJ), Vitória (ES) e Brasília (DF) o projeto “O Futuro da Minha Cidade”. De iniciativa da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), a iniciativa é baseada no modelo bem sucedido de gestão do ex-prefeito de Maringá (PR) e consultor da CBIC Silvio Barros. Resultado da criação em 1996 do Conselho de Desenvolvimento Econômico de Maringá (Codem), que tem auxiliado o governo local na gestão de políticas públicas de médio e longo prazo, Maringá é referência nacional em educação, saúde e serviços públicos municipais. Na avaliação de Silvio Barros, o projeto da CBIC “caminha bem”. “Já foram criados Conselhos de Desenvolvimento Econômico, Sustentável e Estratégico (Codese) em Goiânia (GO), Uberlândia (MG) e Cascavel (PR) e estão sendo implementados os de Volta Redonda (RJ) e Brasília (DF). O projeto também está em andamento nas cidades de Vitória (ES), Recife (PE), Manaus (AM) e Porto Velho (RO)”, destaca Barros.

Com a coordenação da Comissão de Meio Ambiente (CMA) da CBIC, correalização do SESI Nacional e patrocínio nacional da Caixa Econômica Federal, o projeto “O Futuro da Minha Cidade” tem como principal objetivo mobilizar a sociedade local a ser protagonista na gestão das cidades e não refém das mudanças, desenvolvendo soluções para a sustentabilidade urbana. A ação propõe um modelo de trabalho para a implantação de programas de planejamento e desenvolvimento sustentável envolvendo as principais lideranças do município. A iniciativa tem como característica a participação voluntária de pessoas que possuem interesse na gestão de sua cidade, com a visão de planejar o futuro. A intenção é planejar e formar alianças, alinhando ações locais entre a sociedade e o trabalho do poder público. Na avaliação das entidades associadas à CBIC que já aderiram ao projeto, a iniciativa tem sido considerada uma oportunidade valiosa para as cidades justamente por reunir as lideranças e governanças da sociedade organizada em prol de um plano de desenvolvimento sustentável de médio e longo prazos para as cidades e tem encontrado nas administrações municipais entusiasmo e apoio para a continuidade do projeto.

O futuro das cidades, segundo Silvio Barros, depende dos cidadãos, mas para isso é preciso planejar. Para que haja equilíbrio entre as forças de governo, setor produtivo e sociedade organizada, ele defende harmonia e atuações igualitárias para que a responsabilidade são seja somente de uma parte interessada. “Maringá de 2047 já está em planejamento para comemorar os seus 100 anos, com estudo financiado pela sociedade para fazer com que a cidade funcione como a sociedade quer”, menciona. O Codese de Goiânia também tem avançado. O sucesso, segundo o seu presidente Renato de Sousa Correia está no compromisso dos membros do Conselho. “Toda segunda-feira, das 9h às 12h, nos reunimos para discutir os próximos passos do projeto”, destaca.

Futuro de Brasília depende da união do governo, sociedade civil e setor produtivo

Incentivar a sociedade a participar da criação do futuro da capital a longo prazo, com foco em seu centenário. Foi com este objetivo que nasceu o projeto “Brasília 2060 – a cidade que eu quero viver”, que busca conscientizar a população sobre a necessidade de um planejamento sustentável em aspectos sociais, ambientais, econômicos, urbanísticos e de gestão pública. Idealizado por empreendedores, o programa foi lançado ontem (30/03), no auditório do Sinduscon-DF. Na ocasião, a ata para fundação do Conselho de Desenvolvimento Econômico, Sustentável e Estratégico (Codese-DF) foi assinada.

“Qual a sua responsabilidade na desordem da qual você se queixa?”. Foi com este questionamento de Freud que o projeto Brasília 2060 nasceu, conforme explicou o presidente do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Sustentável (Ibrades), Antonio Custodio Neto. “Nós, da sociedade civil, acreditamos no potencial para articular e promover melhorias para a cidade”, afirmou. Segundo Antonio, há muitos desafios, mas ele acredita no potencial de geração de valor público que o projeto traz, favorecendo as próximas gerações.

Maringá é um grande exemplo dos resultados positivos que a união entre governo, setor produtivo e sociedade organizada pode trazer. Não é à toa que a região lidera o ranking de melhores grandes cidades do Brasil, ocupa o oitavo lugar em Gestão Fiscal no país e o primeiro lugar, no Paraná. “Sabemos onde queremos chegar e estamos caminhando para essa direção”, afirmou o ex-prefeito de Maringá, Silvio Barros, representante da CBIC no evento.

Barros ressaltou que a cidade só obteve êxito porque o poder foi compartilhado. Ele contou que, quando assumiu a Prefeitura, havia um déficit muito grande, mas, em quatro anos de mandato, conseguiram atingir um superávit. “É possível reverter os problemas, mas não o governante sozinho. Conseguimos, porque assumimos o compromisso junto com a população”, explicou. Esta união é fruto do Conselho de Desenvolvimento Econômico de Maringá (Codem), que busca promover o desenvolvimento sustentável, social e econômico por uma articulação harmônica entre a sociedade civil e o setor público, criado em 1996.

“Qual o grau de dependência Brasília tem dos governantes?”, questionou Barros. Para ele, a sociedade organizada deve emprestar sua competência ao poder público. “Alguém tem que fazer a organização a longo prazo. A população deve tomar consciência do poder e assumir responsabilidades. Precisamos equilibrar o papel dos políticos, mas também da sociedade”, afirmou.

Para Barros, um bom futuro para Brasília depende das decisões de hoje. “A cidade que a gente quer viver depende de planejamento. Se planejarmos, as chances de chegarmos onde queremos é grande”, defendeu. O representante da CBIC apresentou algumas tendências futuras, como os fenômenos climáticos, que serão cada vez mais intensos e frequentes. “É preciso que alguém pense nestes pontos. Existem muitos problemas no dia a dia que não serão resolvidos pelo governo. A solução está do lado da sociedade”, ressaltou. Barros afirmou que, se estas duas peças não se juntarem, não será possível conseguir chegar onde é preciso.

Na oportunidade, o presidente do Conselho de Desenvolvimento Sustentável e Estratégico (Codese-Goiânia), Renato Correia, falou sobre a instalação do órgão e seus resultados. Tomando como exemplo Maringá, contou que a região goiana foi a primeira cidade planejada a implantar um conselho com foco no futuro. Correia explicou que o objetivo é melhorar a renda e qualidade de vida da população. “Queremos estar entre as 10 melhores cidades para se viver”, destacou.

O Codese-Goiânia está dividido em Câmaras Técnicas: Vestuário e Moda; Turismo de Negócios; Polo Educacional; Polo Tecnológico; Logística e Distribuição; Negócios Agropecuários; Saúde; Desenvolvimento Urbano; Gestão Pública; Cidadania; e Segurança. Correia também apresentou o documento Goiânia 2033, que conta com 12 prioridades, entre elas, a automação da Prefeitura, a Educação Infantil e Mobilidade, Segurança, Saneamento e Drenagem da região metropolitana.

Na ocasião, Barros falou sobre o Brasília 2060 e reforçou o projeto “O Futuro da Minha Cidade”. “É uma oportunidade da sociedade civil organizada deixar de ser refém e tornar-se protagonista das mudanças”, afirmou. Para ele, tem sido uma comodidade entregar a decisão do futuro aos gestores e políticos, mas é hora de juntar os esforços de que tem esse desejo de mudar Brasília.

Tomando como exemplo as duas experiências exitosas e com este desejo de mudanças, os representantes do setor produtivo e participantes do evento assinaram documento para a fundação do Codese-DF. “Estamos unindo um grupo de empresários que querem emanar e fazer um trabalho com o mesmo gabarito dos exemplos apresentados. Nós, sociedade e setor produtivo, precisamos nos organizar”, afirmou o presidente da Ademi-DF, Paulo Muniz. O presidente do Sinduscon-DF, Luiz Carlos Botelho Ferreira, endossou o discurso: “Desejamos que este momento seja de concretizarmos, expositivamente, aquilo que já foi debatido”, acrescentou.

O evento foi realizado pelo Ibrades e contou com apoio do Sinduscon-DF, CBIC, Sesi e Ademi-DF. Também compareceram os ex-presidentes da casa Elson Povoa e Julio Cesar Peres; o secretário-adjunto da Casa Civil, Igor Tokarsky; o presidente da Câmara Legislativa do DF (CLDF), deputado Joe Valle; o presidente da Fibra, Jamal Bittar; o presidente da Asbraco, Afonso Assad; o presidente do Sinduscon-GO, Carlos Alberto Moura; e o vice-presidente do Correio Braziliense, Evaristo de Oliveira.

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