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Agência CBIC

09/03/2010

MUDANÇA DE HORÁRIO: Setor da construção aponta pontos negativos da redução da jornada de trabalho

 
Empresários serão recebidos nesta quarta-feira, às 10 horas, na presidência da Câmara dos Deputados

Os empresários da construção civil se reúnem com o presidente da Câmara dos Deputados, deputado Michel Temer (PMDB-SP) nesta quarta-feira, às 10h, para apresentar a posição do setor em relação à proposta que reduz a jornada semanal de trabalho de 44 horas para 40 horas.

O movimento, liderado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), contesta a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) nº 231.

A diminuição da jornada semanal de trabalho e o aumento do valor da hora extra como vêm sendo discutidos no Congresso Nacional poderiam elevar em até 10% o custo com mão de obra nas empresas do setor da construção civil, assim como em toda a indústria nacional.

Isso diminuiria o avanço das contratações de trabalhadores.

Para manter o ritmo de crescimento da geração de vagas de trabalho, os empresários defendem que a redução da jornada seja feita por livre negociação entre as partes, e não por força de lei.

O setor propõe ainda que a jornada de trabalho seja discutida dentro de uma reforma trabalhista e não seja objeto de um projeto isolado.

A ideia é discutir todos os temas que afetam o mercado de trabalho de forma conjunta, e não individualmente.

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