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Agência CBIC

19/01/2010

Minha Casa, Minha Vida – Setor pede mais agilidade para o programa

A expectativa do setor da construção é de que o programa Minha Casa, Minha Vida atinja, até o final deste ano, a meta de um milhão de unidades habitacionais para as famílias com renda entre zero e dez salários mínimos de renda.


Para isso, no entanto, a CBIC destaca a necessidade da Caixa Econômica Federal acelerar o ritmo de aprovações dos projetos do programa. "Está na hora de a velocidade de aprovações ser mais compatível com o volume de unidades do programa que está no sistema da Caixa, afirma o presidente da CBIC, Paulo Safady Simão.


Segundo Simão, se a Caixa não ganhar velocidade na aprovação dos projetos, esse ritmo poderá se tornar um gargalo para que o programa deslanche.


A questão da dificuldade em cumprir a cota para produzir imóveis para o segmento de renda de até três salários mínimos em algumas cidades, como São Paulo, poderá ser solucionada com a migração de recursos para os estados que já estouraram os limites de propostas para o programa para esta faixa de renda.


O PMCMV começou a ser implantado em abril de 2009.


Atualmente há na Caixa propostas para 620 mil unidades. Até 24 de dezembro de 2009, foram fechados contratos referentes a 247.950 unidades do programa. "Em seis meses foi feito mais do que nos últimos seis anos para a faixa de até dez salários mínimos", destaca Paulo Simão.
 

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