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12/04/2011

Jirau negocia e volta a operar

12/04/2011 :: Edição 076

Jornal Valor Econômico/BR – 12/04/2011
jirau negocia e volta a operar


André Borges

A vida começou a voltar ao normal nos canteiros de obra da usina de Jirau,
em Porto Velho. Pelo menos é o que garante a construtora Camargo Corrêa,
responsável pelas obras de construção
civil
da hidrelétrica. Ontem, depois de uma série de audiências entre o
consórcio Energia Sustentável do Brasil (ESBR) e os sindicatos patronal e dos
trabalhadores, chegou-se a um acordo sobre as reivindicações trabalhistas.

O acerto feito com os funcionários de Jirau segue a lista de reivindicações
dos 16 mil trabalhadores da hidrelétrica de Santo Antônio, sua vizinha no
Madeira. Vão ter antecipação de 5% do reajuste salarial, que será discutido na
data-base da categoria, em maio. Na área de saúde, poderão ter a opção de
escolher entre dois planos com cobertura nacional. A cada três meses, terão
folga de cinco dias e poderão viajar para visitar suas famílias com passagem de
avião custeada pela empresa até as capitais.

Se for necessário o deslocamento até o interior, receberão ainda o valor
adicional para passagem de ônibus. O valor da cesta básica teve aumento de 20%
e chegou a R$ 132.

Segundo a Camargo Corrêa, sócia do ESBR, um grupo de funcionários já voltou
ao trabalho na tarde de ontem. A Camargo também não deu previsão de quando seus
22 mil funcionários retornarão às atividades normais. Ontem, o ministro do
Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, visitou o canteiro de obras das hidrelétricas
de Santo Antônio e Jirau e participou de uma assembleia com representantes de
sindicatos de trabalhadores para ouvir as reivindicações.


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Jirau

A Justiça do Trabalho autorizou ontem a volta das obras da construtora
Camargo Corrêa na Usina Hidrelétrica de Jirau, em Rondônia, uma das principais
obras do Programa de Aceleração do
Crescimento
(PAC) do
Governo Federal. As atividades estavam paradas desde o dia 17 de março, quando
uma revolta de operários destruiu parte do canteiro de obras instalado no Rio
Madeira.

O retorno será gradual. Os alojamentos que não foram destruídos têm
capacidade para 7 mil pessoas – antes, 19 mil ficavam abrigadas.

Após o incidente, o Ministério Público do Trabalho pediu o embargo das obras
por considerar que não havia condições de segurança aos trabalhadores, mas o
juiz Afrânio Gonçalves negou o pedido.

Ele condicionou a retomada ao resultado de uma avaliação da Superintendência
Regional do Trabalho e Emprego. A Superintendência encaminhou no início da
manhã de ontem um relatório com parecer favorável ao retorno.

Segundo Juscelino José Durgo dos Santos, chefe do Núcleo de Segurança e
Saúde do Trabalho da Superintendência, o consórcio Energia Sustentável
apresentou condições de segurança e a Camargo Corrêa cumpriu acordos feitos com
o Ministério Público do Trabalho, como a indenização de 190 trabalhadores que
perderam tudo durante as revoltas. De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores
da Construção Civil (Stticero),
funcionários da usina definiram em assembleia realizada ontem que voltariam ao
trabalho. O sindicato disse que as obras já recomeçaram, mas a Camargo Corrêa
ainda não confirmou.

DENÚNCIAS

As obras na Usina Hidrelétrica de Jirau foram suspensas após atos de
vandalismo que destruíram parte das instalações. A confusão começou no dia 15
de março, quando ônibus foram incendiados por operários. Os alojamentos e a
área de lazer foram depredados.

Os trabalhadores, que reclamavam da más condições de trabalho no canteiro de
obras, aprovaram em assembleia ontem as propostas emergenciais obtidas em
negociação entre sindicalistas e a Camargo Corrêa.

Eles retornaram ao canteiro de obras com a condição de 5% de antecipação
salarial, aumento para R$ 132 no valor da cesta básica e direito de licença de
cinco dias a cada três meses trabalhados com passagens de avião até as
capitais. Há ainda alteração da empresa que garante o auxílio-alimentação, além
de opção de plano de saúde, e abono de 50 horas aos trabalhadores alojados e
que continuaram realizando manutenção no período em que a obra permaneceu
parada.

A proposta foi negociada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT),
Confederação Nacional dos Sindicatos de Trabalhadores da Indústria da Construção Civil e
Madeira (Conticom) e pelo Sticcero.



 

"Cbic"

 

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