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06/05/2014

Goiânia teve a maior alta de imóveis em 2013

"Cbic"
06/05/2014

Brasil Econômico

Goiânia teve a maior alta de imóveis em 2013 

Metro quadrado na capital de Goiás teve valorização de quase 40% em 2013, impulsionado pela entrada no mercado de lançamentos de alto padrão. No Rio, cai ritmo de crescimento nos preços de novos empreendimentos

 Gabriela Murno

 Rodrigo Carro

 Goiânia foi o município brasileiro com maior valorização do metro quadrado de lançamentos imobiliários no ano passado. A informação aparece no Anuário do Mercado Imobiliário Financeiro da Lopes, que lista o preço mediano do metro quadrado – valor que divide a amostra em duas metades, uma inferior e outra superior a ele – nos principais mercados brasileiros. A capital de Goiás encabeça a lista, de mais de 40 cidades, com uma valorização de 39,2% entre 2012 e 2013.

 Na comparação ano contra ano, o preço mediano do metro quadrado de lançamento pulou de RS 2.910, em'2012, para R$ 4.050, no ano passado. "Nos últimos três anos, o mercado imobiliário de Goiânia teve um crescimento principalmente qualitativo", afirma Ilézio Inácio Ferreira, presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Goiás (Ademi-GO) e da construtora Consciente.

 Na avaliação de Ferreira, o ritmo da expansão econômica no estado, superior à média nacional inclusive em termos de geração de empregos, fez crescer a demanda por produtos imobiliários de maior valor agregado. "O preço médio dos imóveis vendidos em 2013 é diferente daqueles de 2011 e 2012", compara o presidente da Ademi-GO, ressalvando que entre os produtos mais sofisticados a valorização alcançou o patamar em torno de 40%.

 De acordo com dados do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Goiás (Creci-GO), no ano passado foram lançados 124 condomínios verticais residenciais na capital, num total de 19.905 unidades. "De três anos para cá, muita tecnologia foi agregada aos apartamentos de alto padrão, principalmente em termos de automação residencial", diz Oscar Hugo Monteiro Guimarães, presidente do Creci-GO. O salto tecnológico fez o metro quadrado de um apartamento de quatro quartos saltar para valores entre R$ 6 mil e R$ 6,5 mil, em média. Sem a automação industrial, o preço de quatro quartos padrão gira em torno de R$ 4mil, estima Guimarães.

 "No ano passado, tivemos o lançamento de apartamentos de altíssimo padrão acima de 350 metros quadrados, em Goiânia. Antes de 2013, esse produto não existia na cidade", diz Murilo Andrade, superintendente da Adão Imóveis, corretora baseada na capital goiana. Setor mais valorizado da cidade, o Marista terminou o ano passado com o metro quadrado cotado a RS 6.135,58, de acordo com levantamento do Creci-GO. Já no bairro de Fama, um apartamento no padrão do Minha Casa Minha Vida custava R$ 2.285,71 por metro quadrado.

 Menor ritmo de crescimento nos preços no Rio

 Com 206 lançamentos em 2013, o mercado imobiliário da região metropolitana do Rio, segundo maior do país, atrás apenas de São Paulo, deve continuar aquecido este ano, com um número maior de novos empreendimentos, no entanto, com vendas estáveis e preços crescendo menos, aponta Fábio Pacheco, diretor da Lopes Rio, empresa de consultoria e intermediação imobiliária.

 "Passamos pelo 'Ciclo Olímpico' do mercado imobiliário fluminense (…) Tínhamos uma de manda reprimida de 20 anos. Saímos de um período de euforia para o otimismo. Mas é preciso pesquisar", reforça Pacheco, que credita à maior segurança e melhor infraestrutura de obras e transporte a continuidade do bom momento no estado. "Há potencial de crescimento até em regiões que antes não se imaginava, como ltaguaí".

 Segundo ele, a tendência de expansão em direção ao mar combinada com falta de novos terrenos disponíveis na Zona Sul do Rio, fazem a Barra da Tijuca e o Recreio dos Bandeirantes figurarem entre os bairros em que estão as maiores oportunidades. Além deles, a região do Porto Maravilha, no Centro da cidade do Rio, e alguns bairros da Zona Norte, como Méier, Vila Isabel e Grajaú, também se destacam. "O morador destes bairros é extremamente bairrista, ele só estava saindo por conta de problemas com segurança e infraestrutura", diz Pacheco.

 O coordenador do índice FipeZap, Eduardo Zylberstajn, concorda que o momento continua bom para o mercado imobiliário do estado do Rio e diz, que apesar do aumento de 0,67% nos preços no mês de abril, o ritmo de crescimento é bem mais modesto do que o observado em anos anteriores. "Isso não é necessariamente um problema, atípico é o que tínhamos antes. Não vemos indícios de redução em quase nenhum estado do país. As três capitais da Região Sul registraram quedas, mas são pequenas e podemos dizer que há estabilidade ali", comenta.

 Pesquisa da Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) também confirma a continuidade do crescimento do mercado imobiliário do estado do Rio e aponta uma expansão de 147.. no primeiro trimestre de 2014, na comparação com o mesmo período de 2013, com o lançamento de 3.722 novas unidades. Ainda segundo o estudo, o maior aumento (51%) foi registrado nas nos empreendimentos comerciais, enquanto os residenciais marcaram alta de 20%. Recreio dos Bandeirantes e Barra da Tijuca, com 717 e 677 novas unidades lançadas respectivamente, são o destaque.

 "No Rio de Janeiro, o ciclo imobiliário de empreendimentos comerciais avançou mais tarde do que São Paulo. Enquanto em São Paulo o aumento de demanda aconteceu em 2010 e 2011, no Rio esse movimento se deu nos últimos dois anos. Isso tem a ver com a decisão governa mental que destravou o Porto Maravilha. E também temos a Barra da Tijuca, que mudou de realidade com os projetos de mobilidade", comenta o gerente de transações da Jones Lang LaSalle, Roberto Patino.

 Sobre o mercado hoteleiro, responsável por 20 lançamentos em 2013 no Rio, segundo o Anuário da Lopes, Fábio Pacheco, diretor da Lopes Rio, afirma que os Jogos Olímpicos de 2016 deram uma "nova chance ao setor". "A necessidade de acomodar todo mundo para as Olimpíadas vai deixar um legado para o desenvolvimento do potencial turístico do estado", destaca.

 SP responde por quase um terço dos lançamentos do país

 A região metropolitana de São Paulo, principal mercado brasileiro, teve, segundo o Anuário da Lopes, 497 lançamentos imobiliários no ano passado, com R$ 33,3 bilhões em VGV (Valor Geral de Vendas).

 Juntas as regiões metropolita nas do Rio e de São Paulo respondem por 51% do VGV lançado em 2013 no país, que marcou os R$ 81,9 bilhões em 2013. Ao acrescentar cinco praças: interior de São Paulo, Fortaleza, Região de Belo Horizonte, Baixada Santista e Porto Alegre, atinge-se 71% do mercado. Em todo o país, a pesquisa aponta para 1.579 novos empreendimentos.

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 "De três anos para cá, muita tecnologia foi agregada aos apartamentos de alto padrão, principalmente em termos de automação residencial"

 Oscar Monteiro Guimarães

 Presidente do Creci-GO

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 "No ano passado, tivemos o lançamento de apartamentos de altíssimo padrão em Goiânia. Antes de 2013, esse produto não existia na cidade"

 Murilo Andrade

 Superintendente da Adão Imóveis

 


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