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AGÊNCIA CBIC

27/01/2012

Custo da construção sobre 0,67%

"Cbic"
27/01/2012 :: Edição 255

 

Jornal do Commercio RJ/RJ 27/01/2012
 

Custo da construção sobre 0,67%

Os consumidores das principais capitais brasileiras iniciaram o ano pagando mais caro para construir, segundo a pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getulio Vargas (FGV).
 O Índice Nacional de Custo da Construção – Mercado (INCCM), que mede as variações de mão de obra, serviços e materiais empregados no setor e é utilizado como subcomponente do Índice Geral de Preços- Mercado (IGP-M), atingiu 0,67% em janeiro ante 0,35% em dezembro.
 Nos últimos 12 meses, a taxa está em 7,90%.
 Os preços de mão de obra apresentaram uma alta expressiva, de 0,98% em janeiro, após subirem 0,47% em dezembro.
 Os preços de materiais, equipamentos e serviços também aceleraram, subindo 0,35% este mês, após avanço de 0,23% no mês passado.
 O impacto maior foi provocado por reajustes salariais em Belo Horizonte com taxa média de 8,38%. Das sete capitais onde é feita a medição, apenas duas indicaram altas em índices inferiores aos registrados em dezembro: Brasília, onde o INCC-M atingiu 0,01% ante 0,97%, e Recife, com taxa de 0,31% ante 2,77%.
 Nas demais capitais foram registradas as seguintes variações: Salvador 0,32% ante 0,02%,Belo Horizonte com 4,4% ante 0,09%,Rio de Janeiro com 0,29% ante 0,16%, Porto Alegre com 0,17% ante 0,08% e São Paulo com 0,19% ante 0,15%.
 Entre os produtos pesquisados, as mais expressivas elevações de preço na construção civil foram apuradas em ajudante especializado (1,20%), engenheiro (1,05%) e servente (1,01%). Já as mais expressivas quedas de preço foram apuradas em perna 3X3/estronca de 3ª (-0,97%), argamassa (- 0,17%), condutores elétricos (- 0,20%) eletrodutos de PVC (- 0,19%) e compensados (- 0,04%). Em 2011, a inflação no setor de construção civil fechou o ano com alta de 7,58%, taxa idêntica à apurada em 2010.
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 INDICADOR 
 A indústria da construção civil no País fechou o ano de 2011 com queda no nível de atividade, de acordo com sondagem divulgada nessa quinta-feira pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Segundo o levantamento, a atividade do setor recuou de 49,3 pontos em novembro para 47,6 pontos em dezembro.
 Pelos critérios da sondagem, valores abaixo de 50 pontos indicam retração, desaquecimento ou expectativas negativas.
 Além da retração, a atividade da indústria da construção ficou abaixo do esperado pelo quinto mês consecutivo. O nível em relação ao usual subiu de 47,2 pontos em novembro para 49,1 pontos em dezembro. Apesar da alta mensal, o indicador ainda aponta desaquecimento.
 A pesquisa também mostrou que o número de empregados caiu em dezembro, repetindo movimento já registrado no mês anterior.O indicador do número de empregados no setor passou de 49,2 pontos em novembro para 48 pontos em dezembro, seguindo abaixo da linha divisória de 50 pontos.

"Cbic"

 

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