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Agência CBIC

24/01/2012

Construção civil tem queda sazonal no emprego em novembro de 2011

Pesquisa mensal de emprego do Sinduscon-SP, realizada em parceria com a FGV, revela que o nível de emprego na construção civil brasileira fechou o mês de novembro de 2011 com mais demissões que contratações.

Naquele mês, houve diminuição do número de empregados com carteira assinada em 19,6 mil, uma queda de 0,62% sobre o resultado de outubro.

Com isso, o setor encerrou o penúltimo mês do ano passado com um estoque de 3,124 milhões trabalhadores empregados com carteira assinada.

De acordo com a pesquisa, após sucessivos recordes, essa redução ocorre principalmente em função do término de muitas obras, enquanto novas obras começam no ano seguinte.

No acumulado de 2011 até novembro, o nível de emprego na construção brasileira continuava positivo (10,43%, equivalente a mais 295 mil novos postos de trabalho).

No acumulado de 12 meses encerrado em novembro, o aumento era de 7,22% (210 mil novas vagas). Ao final de novembro, a construção brasileira empregava 3.124.476 trabalhadores com carteira.

Naquele mês, o emprego na construção caiu em relação a outubro em todas as regiões com exceção do Nordeste, onde cresceu 0,25%, com mais 1.638 postos de trabalho.

Em compensação, o saldo de demissões no Sudeste atingiu 12.410 vagas (-0,77%).

Em termos proporcionais, a região que mais dispensou trabalhadores foi a Centro-Oeste, com queda de 5.990 empregos (-2,41%), seguida pelas regiões Norte, 1.695 vagas (-0,88%); Sudeste, 12.410 (0,77%); Sul 1.169 (-0,27%) e Nordeste 1.638 (-0,25%).

Em São Paulo, o nível de emprego da construção também caiu em novembro, baixando 0,68% naquele mês.

Fecharam-se no período 5.516 postos de trabalho, reduzindo-se o contingente empregado a 804,3 mil trabalhadores com carteira assinada.

No acumulado de 2011, o nível de emprego na construção paulista continuava positivo (7,55%, equivalente a mais 56,4 mil novos empregados).

No acumulado de 12 meses encerrado em novembro, o aumento era de 5,81% (44,2 mil trabalhadores).

Na capital paulista, a queda foi de 0,64% (menos 2,4 mil postos de trabalho).

No acumulado do ano, variação positiva de 8,22% (28,3 mil trabalhadores); no acumulado de 12 meses, aumento de 6,37% (22,3 mil).
 

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