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27/03/2012

Atividade na construção civil mantém estabilidade, aponta sondagem da CNI

"Cbic"
27/03/2012 :: Edição 285

 

Valor Econômico/BR 27/03/2012
 

Atividade na construção civil mantém estabilidade, aponta sondagem da CNI

A indústria de construção civil ficou praticamente estável em fevereiro, frente a janeiro. O indicador de evolução da atividade do setor, medido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), fechou o mês em 49,4 pontos. O índice varia de zero a cem pontos, sendo que valores acima de 50 pontos representam aumento de produção, e os abaixo desse patamar significam recuo da atividade.
 O cenário está melhor que no fim de 2011, quando tivemos sequenciais quedas de atividade na construção civil, avalia Danilo Garcia, economista da CNI. No mesmo mês do ano passado, o indicador ficou em 49 pontos. Em janeiro deste ano, o índice fechou em 47 pontos, o que indica queda de produção, na comparação com o mês anterior.
 Em relação à produção considerada normal para o mês, a construção civil teve uma leve piora em fevereiro. Segundo a Sondagem Indústria da Construção, divulgada ontem, o indicador de atividade em relação ao usual do mês ficou em 49,1 pontos. No mesmo mês do ano passado, o índice foi de 50,4 pontos, o que representa desempenho acima do normal.
 O ramo de obras de infraestrutura, cujo indicador em relação ao usual para fevereiro ficou em 46 pontos, obteve o pior resultado entre os setores pesquisados pela CNI. As empresas que atuam na construção de edifícios tiveram um desempenho melhor (49,6 pontos). Serviços especializados, setor mais ligado ao acabamento de obras, foi o único ramo com indicador acima dos 50 pontos em fevereiro, quando fechou em 50,8 pontos.
 Mais ligado a ações do governo, o setor de obras de infraestrutura está melhor que no mês passado, explica Garcia. O levantamento da CNI mostra que o índice que mede a expectativa das empresas desse ramo para os próximos seis meses avançou de 62,2 pontos, em fevereiro, para 62,4 pontos neste mês. Os empresários de construção de edifícios, cuja atividade está bastante relacionada ao crédito imobiliário, estão menos otimistas que os de obras de infraestrutura, ressalta o economista da CNI. O indicador da parte de edifícios ficou em 59,9 pontos em março, ante 60,2 pontos no mês passado.
 Considerando toda a indústria de construção civil, a expectativa em relação aos próximos seis meses é positiva, mantendo-se acima dos 50 pontos em março. No mês, o indicador registrado foi de 61,9 pontos.
 Os dados de fevereiro mostraram que a atividade do setor não cresceu, mas também não diminuiu. A perspectiva dos empresários é que a situação melhore e que a indústria de construção volte a crescer ao longo desses seis meses, afirma Garcia. 

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