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10/12/2010

Veja o que analistas falam sobre a alta de 6,7% do PIB no 3º tri

CBIC Clipping

10/12/2010 :: Edição 024

Jornal UOL Notícias/BR|   09/12/2010

Veja o que analistas falam sobre a alta de 6,7% do PIB no 3º tri

SÃO PAULO, 9 de dezembro (Reuters) – A economia brasileira cresceu 0,5% no terceiro trimestre em relação ao segundo, e 6,7% em comparação com o mesmo período de 2009, disse o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística nesta quinta-feira.

 Veja comentários de profissionais do mercado e entidades do setor produtivo sobre os dados.
 
 SILVIO CAMPOS NETO, ECONOMISTA-CHEFE, BANCO SCHAHIN: "Veio algo muito próximo do esperado, com a indústria perdendo bastante força com um ajuste de estoques e concorrência dos importados, e, por isso, fica a expectativa de uma recuperação, mediana da indústria nos próximos trimestres.

 O setor de serviços veio com bom desempenho, puxado pelo consumo das famílias, que vem em um bom ritmo. O que mais surpreendeu nesse relatório foram os investimentos, com um crescimento muito bom.

 Isso (alta dos investimentos) mostra que apesar de a demanda continuar intensa, há um mix um pouco mais favorável, com investimento crescendo em ritmo superior à demanda. Isso é um comportamento benigno (para a política monetária)." 

 ROBERTO PADOVANI, ESTRATEGISTA-CHEFE, WESTLB: "Veio em linha. Minha leitura principal é que há acomodação em curso na economia brasileira. A gente está tendo um ajuste importante. O que aconteceu no primeiro semestre foi uma coisa atípica. É natural que agora a gente tenha uma acomodação. O ritmo em que a economia vinha não era sustentável".
 
 JULIO HEGEDUS, ECONOMISTA, INTERBOLSA DO BRASIL: "O PIB veio numa faixa dentro do esperado, até melhor em alguns aspectos. A economia deu mesmo uma acomodada no terceiro trimestre, e agora no quarto deve retomar ritmo, já que sazonalmente o quarto trimestre é o período mais forte.

 Pelos números, dá para ver que o consumo das famílias veio forte, e com isso podemos entender que o crédito, a renda e o emprego estão impulsionando a economia. Acho que no final do ano vamos com certeza registrar um crescimento em torno de 7%, ou até mais. Foi um bom indicador." 

 PAULO SIMÃO, PRESIDENTE DA CÂMARA BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO (CBIC): "Para o nível de atividade, é um número muito bom. Nós (setor da construção) perfazemos cerca de 11% do PIB e estamos no limite, não podemos avançar mais que isso." 

 PAULO GODOY, PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INFRAESTRUTURA E INDÚSTRIAS DE BASE (ABDIB): "É um PIB saudável. Estabelecemos uma condição para crescer sem superaquecimento da economia e sem elevar a inflação. Os investidores estão tentando correr atrás para atender a demanda." 

 JOSÉ FRANCISCO GONÇALVES, ECONOMISTA-CHEFE, BANCO FATOR "O crescimento veio ligeiramente acima das expectativas. Mesmo assim, o crescimento é baixo e deve ter contribuído para reduzir hiato do produto".
 
 PAULO PETRASSI, SÓCIO-GESTOR, LEME INVESTIMENTOS: "Acho que veio positivo. Nós esperávamos até um número um pouco mais forte, mas acho que no conjunto o crescimento de 0,5% foi positivo."

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