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15/04/2015

Terceirização trará segurança, diz Monteiro

"Cbic"
15/04/2015

Valor Econômico – 15 de abril

Terceirização trará segurança, diz Monteiro

João José Oliveira

De São Paulo

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, disse que o projeto de terceirização em discussão no Congresso vai estimular a eficiência e o ganho de competitividade no Brasil, reduzindo a insegurança jurídica do setor privado.

"A terceirização é algo que já existe de fato. O projeto se destina a dar segurança jurídica", disse, após encontro de duas horas com representantes da indústria na sede da Fiesp, em São Paulo. Para ele, o projeto irá favorecer tanto os trabalhadores quanto as empresas.

O tema da terceirização é polêmico dentro do governo. O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, negocia para que a medida não resulte em perda de arrecadação para o governo. A presidente Dilma Rousseff afirmou na semana passada que o projeto não pode comprometer os direitos trabalhistas já conquistados.

Monteiro disse também que o Brasil terá superávit no comércio exterior este ano, apesar dos dados negativos deste início de ano. Segundo o ministro, o real desvalorizado e uma menor conta petróleo estão entre os fatores que vão favorecer o superávit da balança comercial.

Monteiro disse que o ideal seria o aumento da corrente de comércio – exportações e importações -, mas que esse é um cenário improvável neste ano em função do quadro macroeconômico adverso para o Brasil e para o mundo.

Segundo Monteiro, o comércio exterior será importante para atenuar o impacto da crise sobre alguns setores da indústria. "Exportação é forma de garantir, na pior hipótese, manutenção da atividade de setores que estão sofrendo mais", disse.

Monteiro admitiu que o ajuste do ministro Levy afetará o setor privado por meio de elevação de alíquotas de impostos e retirada de desonerações que estavam beneficiando alguns setores da economia. O ministro disse considerar ideal o ajuste fiscal por meio de cortes de gastos do governo, mas admitiu que o Orçamento da União deixa pouca margem de manobra para que todo o ajuste seja feito apenas pelo lado do setor público.

Ele admitiu que pode haver negociação para que a parte do ajuste que cabe ao setor privado seja amenizada. "Hã espaço na tramitação das medidas", disse. "O Brasil precisa promover ajuste para reequilibrar a economia. O maior custo é não promover o ajuste. E deve ser feito rápido."


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