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Agência CBIC

05/10/2022

SEMANA CANPAT CONSTRUÇÃO debate riscos elétricos

Os aspectos práticos dos riscos elétricos na construção civil foram destaque nesta quarta-feira (5), durante o terceiro dia da SEMANA CANPAT CONSTRUÇÃO 2022, promovida pela Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT) da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). 

O auditor fiscal do trabalho Rodrigo Vaz abordou a importância de identificar e tratar o perigo elétrico nos canteiros de obra. Segundo ele, é importante conhecer os principais efeitos decorrentes da eletricidade, como o choque elétrico, por exemplo, quando a corrente elétrica passa pelo corpo humano. Outro risco destacado pelo auditor foi o do arco elétrico, efeito da corrente elétrica através do ar ionizado, que pode causar explosão e danos à saúde do trabalhador. 

O auditor lembrou que a eletricidade é silenciosa e, por isso, merece atenção redobrada e mesmo em instalações temporárias é necessário atender as Normas Regulamentadoras (NR) e normas técnicas. “A gente não vê o perigo elétrico e não consegue perceber quando algo está ou não energizado, por isso, temos que ter um trabalho todo especial com a questão da eletricidade”, apontou Vaz. 

A NBR 5410:2004 estabelece as condições das instalações elétricas de baixa tensão para garantir a segurança de pessoas e animais, além do funcionamento adequado da instalação e a conservação dos bens. Segundo os critérios bem definidos pela NR-18, Vaz detalhou as precauções necessárias com condutores elétricos, aterramento de proteção, conexões e tipos de emendas na fiação. 

Outra norma que também pode auxiliar as equipes que trabalham com serviços que envolvem eletricidade é a NR-10, que trata da segurança em instalações e serviços em eletricidade, e tem como objetivo a prevenção de acidentes e a preservação da vida, da integridade e da segurança do trabalhador em sua atividade. 

Para garantir a segurança nas obras, o auditor explicou ainda que um projeto elétrico que reflita as reais condições do canteiro é imprescindível e deve ser feito por um profissional legalmente habilitado. “O profissional precisa traçar o projeto elétrico com o detalhamento das estruturas da obra. Não é o projeto da instalação do empreendimento pronto, é algo específico para ser utilizado durante a obra”, disse. 

Caso você não tenha conseguido acompanhar ao vivo ao debate, clique aqui e assista na íntegra! 

O tema tem interface com o projeto “Realização/Participação de/em Eventos Temáticos de RT/SST”, da Comissão de Políticas de Relações Trabalhistas (CPRT) da CBIC, com a correalização do Serviço Social da Indústria (SESI).

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