Seconci-SP explica os principais problemas associados à obesidade e as formas de tratá-los

Amanhã, dia 11 de outubro, será celebrado o dia “Dia Nacional de Prevenção da Obesidade”, instituído pelo governo federal para chamar a atenção da população para um problema que vem adquirindo proporções epidêmicas no Brasil. Dados divulgados pelo Ministério da Saúde neste ano mostram que a obesidade já atinge 18,9% dos brasileiros. Diante desse cenário, o Serviço Social da Construção de São Paulo (Seconci-SP) explica as principais enfermidades associadas à doença e as formas de tratamento. “O corpo humano precisa, em média, de duas mil calorias por dia para funcionar. Quando a pessoa faz ingestão superior a esta quantidade e não realiza a queima (ou seja, não elimina calorias fazendo atividade física), a gordura se acumula no corpo e, com o passar do tempo, leva à a obesidade”, resume o gerente de Medicina Ambulatorial do Seconci-SP, Horacio Cardoso Salles.

A avaliação para verificar se uma pessoa está obesa é realizada por meio do Índice de Massa Corpórea (IMC), que considera o peso e altura em um cálculo matemático. “Até 25, o indivíduo é considerado normal; de 25 a 30, com sobrepeso; entre 30 e 40, obeso (graus 1 e 2); e acima de 40, com obesidade mórbida”, explica. O especialista ressalta que as pessoas precisam ter em mente que a obesidade é uma enfermidade crônica, que pode desencadear ou agravar uma série de complicações como hipertensão, aumento do colesterol, diabetes e problemas cardiovasculares.

De acordo com o dr. Salles, comportamentos inadequados geralmente funcionam como gatilho para fazer a pessoa ganhar peso. “Ansiedade, compulsão (comer sem fome), insegurança, baixa autoestima e hábitos alimentares impróprios são alguns fatores que podem levar um indivíduo ao sobrepeso”, exemplifica. Devido à complexidade da doença, o tratamento é realizado por um corpo clínico multidisciplinar composto por psicólogos, nutricionistas, endocrinologistas, entre outros profissionais. O apoio da família e dos amigos também é fundamental para a obtenção do controle da obesidade.

A busca pela solução do problema é realizada por meio da mudança do estilo de vida, acompanhada por especialistas para que a pessoa obesa consiga tratar a sua compulsão e realizar uma reeducação alimentar. “Neste processo, pode ser necessário o uso de medicamentos. Contudo, o que realmente faz a diferença são atividade física regular de no mínimo três vezes por semana, a força de vontade da pessoa e o apoio da família e colegas”, comenta o gerente de Medicina Ambulatorial do Seconci-SP.

“Existem pessoas que buscam na cirurgia uma solução milagrosa e imediata, mas o que tentamos fazê-las entender é que o problema não será resolvido se não houver mudanças definitiva de hábitos de vida”, conclui dr. Salles.

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