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23/02/2015

Recessão, base rachada, popularidade em queda…

"Cbic"
23/02/2014

Correio Braziliense – 23 de fevereiro

Recessão, base rachada, popularidade em queda…

Lorem  PAULO DE TARSO LYRA

 Com o fim da semana de carnaval, o segundo mandato da presidente Dilma Rousseff dá mostras de que, enfim, vai começar. A presidente rompeu um silêncio de quase dois meses e falou sobre a crise na Petrobras, o risco de derrubada do veto à correção de 6,5% da tabela do Imposto de Renda e defendeu com ênfase as medidas trabalhistas e previdenciárias encaminhadas ao Congresso. Na quarta-feira, ela retoma a agenda de viagens, em Feira de Santana (BA), onde entregará 920 unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida. E pretende apresentar projetos com pouco impacto fiscal, como iniciativas para desburocratizar a abertura e o fechamento de empresas e projetos de combate à corrupção.

 Com a presidente movendo-se mais intensamente, a Esplanada também tende a sair da letargia. O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que passou o carnaval nos Estados Unidos tentando convencer investidores de que o Brasil retomará o rumo correto no campo econômico, participa de jantar, hoje, com o PMDB, principal aliado do Planalto, mas que traça o próprio caminho, paralelo ao PT.

 No convescote, marcado para o Palácio do Jaburu, estarão caciques peemedebistas, como o vice-presidente da República, Michel Temer; os presidentes da Câmara e do Senado, Eduardo Cunha (RJ) e Renan Calheiros (AL), respectivamente; os líderes do partido na Câmara e no Senado, Leonardo Picciani (RJ) e Eunício Oliveira (CE); e ministros da legenda. "Teremos várias matérias importantes do ajuste fiscal que passarão pelo Congresso e é fundamental que o principal ministro da área econômica nos esclareça o que está acontecendo e o que está por vir", disse um interlocutor da sigla.

 Dilma também liberou os ministros para negociar com a base aliada os projetos de ajuste fiscal encaminhados ao Legislativo. A maratona será longa: amanhã, café da manhã com líderes do Senado no Palácio do Planalto. No almoço, os convivas serão os líderes da base na Câmara. E, na quarta-feira, todos reunidos em novo café da manhã. Sempre no Planalto, mas nunca com a presença de Joaquim Levy, privilégio, até o momento, concedido apenas ao PMDB. Participarão dos encontros: Pepe Vargas (Relações Institucionais), Nelson Barbosa (Planejamento), Manoel Dias (Trabalho), Carlos Gabbas (Previdência) e Miguel Rossetto (Secretaria-Geral).

 Ao Correio, um ministro que preferiu se manter anônimo afirmou, em tom irônico, que, no Brasil, a vida começa para valer apenas após o carnaval. Em seguida, retomando o tom sério, ele lembrou que, apesar de estar no segundo mandato, Dilma promoveu muitas mudanças na Esplanada, o que torna natural um certo marasmo no primeiro momento. "Daqui a pouco, a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, lançará o Plano Safra 2015, e o ministro Armando Monteiro (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) apresentará as propostas para melhorar as exportações", antecipou.

 Vice-líder do governo na Câmara, o deputado Carlos Zarattini (PT-SP) acredita que o "time esteja, finalmente, mais entrosado para entrar em campo". O petista reconhece que os primeiros quatro anos de mandato de Dilma não foram fáceis. "Mesmo assim, a população aprovou a gestão de Dilma e a elegeu para mais quatro anos. Nossa tarefa, agora, é trabalhar para que sejam aprovadas medidas importantes enviadas pelo governo ao Congresso." 

 Marqueteiro 

 Líder da minoria na Câmara, o deputado Bruno Araújo (PSDB-PE) criou uma figura híbrida para definir a percepção que tem do governo da petista. "Não sabemos se quem governa o país é a Dilma Santana ou o João Rousseff", brincou ele, em uma fusão dos nomes de Dilma Rousseff e o marqueteiro João Santana.

 Araújo afirmou que a população brasileira vem perdendo, gradativamente, a confiança na chefe de governo, algo latente nas recentes pesquisas de opinião, que apontam um aumento nos índices de rejeição à presidente. "O que se espera de um presidente é um discurso proativo e propositivo, não um apanhado de frases para defender pessoas que são alvo de uma saraivada de denúncias", criticou o tucano pernambucano.

 Colaborou Julia Chaib   

 
 


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