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06/12/2012

Prédios comerciais na capital podem crescer 33% até 2014

"Cbic"
06/12/2012

DCI Online/SP

Prédios comerciais na capital podem crescer 33% até 2014

SÃO PAULO – O crescimento da economia nacional, somado ao impulso positivo que o mercado de construção civil espera para o ano que vem, começa a refletir no mercado de imóveis …
 SÃO PAULO
 O crescimento da economia nacional, somado ao impulso positivo que o mercado de construção civil espera para o ano que vem, começa a refletir no mercado de imóveis comerciais. Segundo uma pesquisa da consultoria imobiliária Herzog, o estoque de imóveis comerciais de alto padrão na cidade deve somar 2,99 milhões de metros quadrados até 2014, 33% a mais do que os 2,2 milhões que deverão ser registrados até o final de 2012.
 "Há boas perspectivas para o mercado de escritórios no Brasil, muito porque a economia fomenta a chegada de escritórios mas, principalmente, porque há interesse dos mais diversos investidores em aportar nesse segmento no coração de São Paulo", disse Janaína Penna, professora de Macroeconomia da Universidade de São Paulo (USP)
 Da mesma opinião partilha Simone Santos, diretora de novos negócios da Herzog. "O ano de 2012 não foi fácil para a construção em resultados ante temores iniciados em 2010 com a crise financeira mundial. Para 2013 temos uma perspectiva diferente, uma vez que este ano trouxe novo fôlego para o setor", disse ela lembrando que, além do mercado de escritórios, o de condomínios logísticos também serão de grande destaque ano que vem.
 Segundo estudo exclusivo da Herzog, a expectativa é que o ano termine com a entrega de 343,6 mil metros quadrados de novos escritórios na capital e que até 2014 outros 741 mil metros quadrados sejam lançados. "Isso representa um crescimento na casa dos 33% entre os prédios considerados AA", disse Santos.
 São considerados prédios com classificação AA aqueles que contam com características de "prédio inteligente", o que envolve especificações técnicas como ar condicionado central, controle de ar variável e medidas específicas de segurança.
 Preços
 Entre as principais preocupações do mercado, o valor do imóveis comerciais também subiu este ano Durante o primeiro semestre de 2012, a média de valores de locação atingiu R$ 125 o metro quadrado, contra R$ 115 registrado no último semestre de 2011.
 "As regiões da Paulista, Itam Bibi, Vila Olímpia, Faria Lima e Berrini apresentaram valores superiores à média. Já a região de Alphaville teve uma pequena queda média de valores", argumentou Simone.
 Para Janaína Penna uma das alternativas encontradas pelo mercado para construção comercial está na aposta na mobilidade urbana. "Há perspectivas dos governos Federal, Municipal e Estadual entrarem em uma empreitada juntos, apostando em mobilidade urbana, acontecendo isso, morar em São Paulo e trabalhar na Grande São Paulo passar a ser mais viável, e as construtoras perceberam isso", disse a acadêmica.
 Segundo Penna, além da mobilidade urbana a aposta em condomínios multiúso (ou seja, aqueles que contemplam prédios comerciais e residenciais em um mesmo terreno) surge também como uma tendência até 2014. "Na capital paulista essa modalidade será um pouco menos usada, com exceção da Cidade Jardim, na região Sul do município, que apresenta estas características", descreveu.
 Empresas
 E foi de olho nessa possibilidade que a região do ABCD recebeu, no último mês, dois lançamentos de empreendimentos neste padrão. O primeiro deles, assinado pela Mbigucci recebeu o nome de Marco Zero e fica em São Bernardo do Campo.
 O empreendimento contará com torres comerciais e residenciais e tem Valor Geral de Vendas (VGV) estimado em R$ 170 milhões. "Hoje em dia, com o esgotamento de terreno em São Paulo complexos multiúso ganham força na região do entorno da capital", afirmou Milton Bigucci, presidente da empresa.
 Na cidade de São Caetano, ao lado do Park Shopping São Caetano, a Gafisa também inaugurou no último mês seu complexo multiúso na cidade. O empreendimento carrega o nome de Espaço Cerâmica e conta com um terreno de 15 mil metros quadrados.
 Ao todo o local contará com quatro torres, cada uma com 15 pavimentos.
 A primeira etapa, foi lançada em novembro conta com duas torres sendo uma com salas comerciais e unidades hoteleiras e outra com salas comerciais e lojas no térreo. "Ainda neste ano, a Gafisa lançará a Torre Way, com 298 unidades hoteleiras e 150 salas comerciais, e a Torre Gate, com 390 unidades comerciais e mais sete lojas", afirma Octávio Flores, Diretor de Negócios da Gafisa mostrando que ainda há oportunidades para empreendimentos comerciais em São Paulo, mesmo com a dificuldade das construtoras de encontrar terrenos.

 

 
"Cbic"

 

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