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Agência CBIC

19/05/2015

Preço de imóveis não acompanha aperto nas vendas

SUAS CONTAS BARGANHA NA COMPRA EM 39 BAIRROS DA CAPITAL, valor do metro quadrado subiu acima da inflação nos últimos 12 meses Quem espera aproveitar o marasmo do mercado imobiliário para pechinchar um apartamento a preço baixo terá de exercitar o poder de barganha. Mesmo em um cenário pouco sugestivo a novos negócios com crédito restrito e insegurança quanto à economia os valores têm teimado em não cair na Capital.

Levantamento do Sindicato da Habitação (Secovi) e da Associação Gaúcha de Empresas do Mercado Imobiliário (Agademi) mostrou que, nos últimos 12 meses, o preço dos imóveis usados encolheu em apenas sete dos 63 bairros pesquisados e todos afastados do centro da cidade: Camaquã, Aberta dos Morros, São Geraldo, Agronomia, Guarujá, Belém Novo e Passo das Pedras. Em 39 bairros, o preço do metro quadrado subiu acima da inflação no período (8,2%). O resultado conversa com o levantamento do site FipeZap, que mostra alta de 7% nos pedidos feitos em Porto Alegre.

Muitos vendedores ainda esperam que os preços voltem a subir e resistem em baixar a pedida. Mas percebemos que, desde o início deste ano, este pensamento tem mudado, com mais gente reduzindo os preços afirma Gilberto Cabeda, vice-presidente de Comercialização de Imóveis do Secovi-RS, sindicato que representa as imobiliárias.

Este movimento afasta a Capital de um saldão de imóveis. Ao invés de baixarem preços, muitos proprietários que não têm pressa para se desfazer do apartamento mudam a placa de vende-se para aluga-se quando a demanda cai. Desta forma, encolhe a oferta. Conforme o Secovi, a quantidade de imóveis usados no mercado caiu de 10,6 mil em novembro do ano passado para 10,2 mil em abril de 2015.

Pode haver descontos pontuais, ofertados principalmente por quem comprou um imóvel e não está conseguindo pagar o financiamento em dia aponta Rafael Severo, sócio da Trend Investimentos Imobiliários.

O cenário é favorável ao comprador que tem dinheiro na mão e pode propor uma entrada mais generosa. As novas regras da Caixa Econômica Federal para imóvel usado, passando o limite do financiamento de 80% para 50% do valor, levou muitos potenciais compradores a adiarem seus planos. Quem precisa vender terá de ouvir com atenção o menor número de compradores.

Teremos um mercado imobiliário muito mais flexível a negociações até o final deste ano. Quem pretende comprar, pode esperar juntar mais dinheiro para entrada como forma de aumentar o poder de barganha avalia o professor de Economia da PUCRS Alfredo Meneghetti Neto.

Quem espera aproveitar o marasmo do mercado imobiliário para pechinchar um apartamento a preço baixo terá de exercitar o poder de barganha. Mesmo em um cenário pouco sugestivo a novos negócios com crédito restrito e insegurança quanto à economia os valores têm teimado em não cair na Capital.

Levantamento do Sindicato da Habitação (Secovi) e da Associação Gaúcha de Empresas do Mercado Imobiliário (Agademi) mostrou que, nos últimos 12 meses, o preço dos imóveis usados encolheu em apenas sete dos 63 bairros pesquisados e todos afastados do centro da cidade: Camaquã, Aberta dos Morros, São Geraldo, Agronomia, Guarujá, Belém Novo e Passo das Pedras. Em 39 bairros, o preço do metro quadrado subiu acima da inflação no período (8,2%). O resultado conversa com o levantamento do site FipeZap, que mostra alta de 7% nos pedidos feitos em Porto Alegre.

Muitos vendedores ainda esperam que os preços voltem a subir e resistem em baixar a pedida. Mas percebemos que, desde o início deste ano, este pensamento tem mudado, com mais gente reduzindo os preços afirma Gilberto Cabeda, vice-presidente de Comercialização de Imóveis do Secovi-RS, sindicato que representa as imobiliárias.

Este movimento afasta a Capital de um saldão de imóveis. Ao invés de baixarem preços, muitos proprietários que não têm pressa para se desfazer do apartamento mudam a placa de vende-se para aluga-se quando a demanda cai. Desta forma, encolhe a oferta. Conforme o Secovi, a quantidade de imóveis usados no mercado caiu de 10,6 mil em novembro do ano passado para 10,2 mil em abril de 2015.

Pode haver descontos pontuais, ofertados principalmente por quem comprou um imóvel e não está conseguindo pagar o financiamento em dia aponta Rafael Severo, sócio da Trend Investimentos Imobiliários.

O cenário é favorável ao comprador que tem dinheiro na mão e pode propor uma entrada mais generosa. As novas regras da Caixa Econômica Federal para imóvel usado, passando o limite do financiamento de 80% para 50% do valor, levou muitos potenciais compradores a adiarem seus planos. Quem precisa vender terá de ouvir com atenção o menor número de compradores.

Teremos um mercado imobiliário muito mais flexível a negociações até o final deste ano. Quem pretende comprar, pode esperar juntar mais dinheiro para entrada como forma de aumentar o poder de barganha avalia o professor de Economia da PUCRS Alfredo Meneghetti Neto./ Sua Vida

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