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03/03/2011

PBH libera áreas para baixa renda

 

03/03/2011 :: Edição 050

Jornal Estado de Minas/BR   |   03/03/2011

pbh libera áreas para baixa renda

Marta Vieira

A Prefeitura Municipal de Belo Horizonte prepara o processo de
desapropriação de terrenos num total de 500 mil metros quadrados que serão
oferecidos às construtoras interessadas no programa federal Minha casa, minha vida, de moradias populares subsidiadas. O
prefeito Marcio Lacerda anunciou, ontem, para logo depois do carnaval, já na
semana que vem, a publicação do decreto relativo à liberação futura das áreas.
Esses espaços estão espalhados pela cidade, de acordo com Lacerda, e poderão
abrigar 7 mil unidades habitacionais avaliadas em até três salários mínimos. Os
terrenos foram adquiridos de terceiros, a quem a prefeitura pagará com recursos
arrecadados da venda de imóveis próprios da administração municipal mais
valorizados.

Para driblar a escassez e a valorização de terrenos em BH que dificultam a
arrancada do Minha casa, minha vida,
o prefeito informou que terras da Fazenda Capitão Eduardo, propriedade da
prefeitura localizadas no limite da capital com o município de Santa Luzia, também
estão em estudo como alternativa para abrigar as moradias populares. Nessa área, que faz parte dos 600 hectares da
fazenda, a estimativa é que poderão ser erguidos mais 7 a 10 mil apartamentos,
com valores em todas as faixas estipuladas pelo programa, até 10 salários
mínimos.

"Temos dificuldade de espaço para prédios na cidade e os programas
habitacionais da prefeitura", afirmou Márcio Lacerda. Ao todo, o prefeito
pretende abrir espaço para 14 mil a 17 mil unidades habitacionais dentro do
programa federal. Ao custo de até três salários mínimos, estão sendo
construídos 1.470 apartamentos em BH. A oferta de áreas, no entanto, não
soluciona a baixa atratividade do programa na capital Outro problema é o valor
muito baixo, de R$ 46 mil, das unidades da primeira faixa do programa, na
avaliação da indústria da construção.

As novas áreas anunciadas pelo prefeito de BH animam as construtoras,
segundo o vice-presidente do Sindicato
da Indústria da Construção Civil de Minas Gerais (Sinduscon-MG), André
de Sousa Lima Campos. "O programa poderá efetivamente deslanchar,
dependendo da capacidade das construtoras de chegar à utilização máxima das
áreas, o que nem sempre é fácil de conseguir, dada a topografia dos
terrenos", afirma. Lima Campos disse que as empresas estão na expectativa
do reajuste dos preços para habitações de zero a três salários mínimos.


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