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Agência CBIC

19/05/2015

Obras do programa Minha Casa, Minha Vida sofrem atrasos.

Representantes de construtoras têm afirmado que atraso nos pagamentos

do governo federal está paralisando obras. Ministério das Cidades nega.

Representantes de construtoras têm afirmado que o atraso nos pagamentos do governo federal está paralisando obras do programa Minha Casa, Minha Vida.

Os problemas ocorrem na faixa 1 do programa, que beneficia famílias com renda mensal mais baixa, de até R$ 1,6 mil. Em Senador Canedo, Goiás, a construtora dos prédios diz que o atraso chega a 60 dias.

O canteiro de obras era movimentado. Chegou a ter 230 funcionários: carpinteiros, pedreiros, eletricistas e engenheiros. Hoje tem apenas 48 funcionários. E os mais de 400 apartamentos que ficariam prontos em julho só devem ser entregues perto do fim do ano.

O carpinteiro Antônio Noleto trabalha na obra há dois anos. Toda hora vê colegas sendo demitidos.

“Desde o ano passado vem só reduzindo. Mandando embora. É triste”, conta.

Em Natal, a construção de quase 1.800 imóveis também perdeu ritmo. O sindicato do setor fez as contas: o governo federal atrasou o pagamento de R$ 20 milhões. Operários já foram avisados: só têm emprego até o fim de maio.

“Pelo que foi acertado, entre as empresas e sindicato laboral, aproximadamente 1.200 demissões, que vai dar 20% do efetivo total”, afirma o empresário Carlos Luiz Cavalcanti.

Em Cuiabá, as obras de 1.500 casas estão totalmente paradas. Também houve demissões e as empresas acumulam dívidas trabalhistas.

“São três construtoras. Uma delas já pediu recuperação judicial. Já demitiu 670 funcionários neste conjunto. Então, o número de demitidos é representativo”, diz o empresário Edmundo Oliveira.

O governo paga à medida que a obra vai avançando. A medição é feita por fiscais. Das mais de 1,7 milhão moradias contratadas, foram entregues 700 mil.

O Ministério das Cidades reconhece que os pagamentos não estão em dia, mas informou que a situação não é tão grave. Um dos problemas, segundo o próprio Ministério, é o atraso na liberação do dinheiro do orçamento.

“Nós estamos pagando as obras em um período que nós acreditamos que seja um período razoável, que são 30 dias após o ateste desta obra ser feito pelos agentes financeiros do programa”, afirma Inês Magalhães, secretária de Habitação do Ministério das Cidades.

O Ministério das Cidades negou que as obras tenham sido paralisadas por falta de repasse para as construtoras./ Jornal Nacional

http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2015/05/obras-do-programa-minha-casa-minha-vida-sofrem-atrasos.html

 

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