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15/12/2010

Novo governo terá de cortar gastos para crescer

CBIC Clipping

15/12/2010 :: Edição 027

Jornal O Estado de S. Paulo/BR|  15/12/2010

Novo governo terá de cortar gastos para crescer

Lu Aiko Otta

 Para o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, essa é a saída para que o juro caia e o País continue crescendo

 O governo de Dilma Rousseff terá de reduzir os gastos públicos se quiser que o País continue crescendo, disse ontem o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade.

 "Houve declarações que o próximo governo pode fazer contenção de gastos, e isso abrirá espaço para cortar os juros", comentou. "É um governo que assume com visão mais desenvolvimentista, que tem a possibilidade de mudar as coisas."

 Ele acredita que 2011 será diferente de 2010, quando o governo começou o ano anunciando profundos cortes no Orçamento, mas ainda assim os gastos cresceram acima da variação do Produto Interno Bruto (PIB).

 De janeiro a outubro, os gastos do governo central estão 26,1% superiores às despesas registradas no mesmo período de 2009, segundo dados do Tesouro Nacional. "Corte de gasto em ano eleitoral é impossível", observou Andrade.

 Eleição. "Passada a eleição, o governo tem como se planejar e conter as despesas." Apesar do otimismo do presidente da CNI, o governo vem tendo dificuldades para conter as pressões por gastos adicionais.

 Na semana passada, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, foi ao Congresso pedir aos parlamentares que reduzissem a previsão de despesas de 2011 em R$ 12 bilhões. Em vez disso, o Congresso Nacional aprovou anteontem uma nova previsão de arrecadação, R$ 4,7 bilhões maior, e utilizou essa "folga" para acomodar novas despesas.

 À pressão dos parlamentares por mais gastos, soma-se o desejo da própria presidente eleita de preservar os principais programas de investimento do governo: o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o PAC 2 e o Minha Casa Minha Vida. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ficou irritado com as declarações do ministro da Fazenda, Guido Mantega, que disse que o PAC poderia sofrer cortes em 2011 para cumprir a meta de resultado fiscal. Desde então, o discurso do governo é que o PAC será preservado.

 Segundo o economista Flávio Castelo Branco, gerente-executivo da Unidade de Política Econômica da CNI, as despesas primárias (que não são juros) do governo aumentaram dois pontos porcentuais de PIB entre dezembro de 2008 e outubro de 2010. Com isso, as contas deste ano só fecharão dentro da meta porque o Tesouro Nacional lançou mão de manobras contábeis e porque foi contabilizada a receita de R$ 74,8 bilhões referente à capitalização da Petrobrás. "O custo disso é uma política monetária mais ativa", observou.

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