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28/01/2014

Minha Casa Minha Vida ajuda Caixa a bater recorde de crédito

"Cbic"
28/01/2014

O Estado de S. Paulo

Minha Casa Minha Vida ajuda Caixa a bater recorde de crédito

Banco Liberou R$ 135 bi para financiar imóveis, 20% a mais que em 2012; inadimplência total da carteira chega a 1,5%

Josette Goulart

A Caixa Econômica Federal divulgou ontem um nível recorde de concessão de crédito imobiliário. Foram quase R$ 135 bilhões liberados em 2013, cerca de 20% mais que em 2012, mas o banco começa a sentir o reflexo do programa Minha Casa Minha Vida em seus números.

No ano passado, o volume recorde foi afetado pelas linhas de repasse de recursos à faixa 1 do Minha Casa Minha Vida, que engloba as famílias com renda de até R$ 1.600 mensais. Ao todo foram R$ 20 bilhões repassados para a compra de imóveis dessa faixa, em que o risco de calote é assumido pelo Tesouro Nacional.ou seja, a Caixa é apenas um mero agente repassador. Em 2012, o número divulgado pela Caixa estava em conjunto com a rubrica "outras fontes de financiamento". Usando a mesma base de comparação, o crescimento foi de 84%.

Bem menor, mas ainda robusto, foi o crescimento de 35% do financiamento imobiliário tradicional, em que o banco usa recursos da poupança para emprestar. Já os programas subsidiados pelo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e que incluem as faixas 2 e 3 do Minha Casa Minha Vida cresceram apenas 6,5%.

Em termos de inadimplência o banco segue divulgando baixo número de calotes. Nas faixas 2 e 3 do Minha Casa Minha Vida, em que o banco é o financiador a juros subsidiados, a inadimplência que mede os atrasos acima de 90 dias é de 1,7%. Não muito diferente dos quase 1,5% na carteira total de crédito imobiliário da instituição. Mas bastante diferente dos quase 20% na faixa 1.

O diretor de habitação da Caixa, Teotônio Rezende, diz que nessa faixa, bancada pelo governo, o banco não faz cobrança da parcela atrasada e a concessão de crédito é diferenciada, com a inscrição feita pelas prefeituras do País. Seu papel é apenas institucional e de tentar educar financeiramente o beneficiado para que pague a sua dívida.

No caso das faixas 2 e 3, em que o banco assume o risco de calote, Rezende diz que a Caixa chega a ser até um "pouco mais restritiva" na análise de crédito das faixas 2 e 3 do que no restante da sua carteira.

A estratégia do banco para tentar conter os custos com o elevado número de residências a serem financiadas pelo programa do governo com volumes médios mais baixos foi a de apostar nos correspondentes imobiliários, que por meio de sistemas eletrônicos repassam as informações dos pretendentes à Caixa Econômica para fazer a análise automática do crédito. São 5 mil ao todo, atuando em todo o País.

O programa do governo também afetou os números de contratos na Caixa. Antes de 2009, o banco financiava 70% de imóveis usados e 30% de novos. Com a chegada do programa a relação se inverteu completamente. Em número de unidades, foram mais de 3 milhões.

Recorde

R$ 135 bi foi o valor liberado pela Caixa em 2013 para concessão de crédito imobiliário

20% foi o crescimento das liberações em relação a 2012



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