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02/09/2011

Mercado vê juros a 10% e bolsa dispara

"Cbic"
02/09/2011 :: Edição  171

 

Jornal Correio Braziliense/BR 02/09/2011
 

Mercado vê juros a 10% e bolsa dispara

CONJUNTURA 

  Investidores já falam em taxa Selic de um dígito no início de 2012 e correm em busca de ações 
Se os economistas reclamaram da queda de 0,5 ponto percentual da taxa básica de juros (Selic), alegando que a decisão do Banco Central foi política e não técnica, os investidores se animaram com a medida. Não à toa, voltaram a sentir apetite pelo risco e foram às compras na Bolsa de Valores de São Paulo (BM&FBovespa). O resultado foi a valorização de 2,87% do Ibovespa, índice que mede a lucratividade das ações mais negociadas no pregão paulista, cravando os 58.118 pontos.
 Na avaliação dos investidores, com o caminho aberto pelo Comitê de Política Monetária (Copom), é possível que a taxa Selic comece 2012 abaixo dos 10%, revertendo todo o aumento nos juros de 1,75 ponto percentual neste ano. O economista-chefe do Banco Itaú Unibanco, Ilan Goldfajn, não endossa quadro tão otimista. Pelas suas contas, a Selic fechará 2011 em 11%, caindo a 10% no fim do ano que vem. "Estávamos com a alegria contida. A bolsa merecia essa alta (a quinta seguida), pois, apesar da crise lá fora, os mercados não caíram tanto quanto o nosso", disse economista César Bergo, da Planner Corretora.
 Ele ressaltou que a BM&FBovespa acabou se descolando da Bolsa de Nova York, que fechou em queda de 1,03%, diante da perspectiva de uma desaceleração menos acentuada do mercado doméstico. No entender de Bergo, a queda da Selic beneficiará as empresas que dependem mais do consumo interno, como as do varejo, bancos, imobiliárias e construção civil, além da Petrobras e da Vale. Apesar das perspectivas favoráveis, os analistas aconselham cautela aos investidores, pois o horizonte continua bastante nublado no exterior, o motivo principal para o BC ter forçado a mão na baixa da Selic.
 Mas não é só. Teme-se que a inflação brasileira, que, em 12 meses, está acima de 7%, não ceda na velocidade alardeada pelo presidente do Banco Central, Alexandre Tombini. Segundo ele, de outubro próximo a abril de 2012, os índices de preços cairão para um nível muito próximo de 4,5%, o centro da meta definido pelo governo. "Teme-se que pressões da demanda, que vinham sendo contida nos últimos meses, explodam no fim do ano", destacou Bergo.
 Para Álvaro Bandeira, diretor da Ativa Corretora, a hora é de ficar com as barbas de molho, até que se tenha mais segurança em relação ao recuo dos juros. "Foi uma decisão precipitada. O BC não ajudou a formar o consenso em torno da queda de Selic. Como ninguém sabe o que acontecerá, é melhor ficar com o pé atrás", destacou. Na Europa, o comportamento das bolsas foi diferenciado. Em Londres e em Paris, houve alta de 0,45% e de 0,28%, respectivamente. Em Frankfurt, o dia foi de queda de 0,94%. No mercado de câmbio, o dólar sentiu os bons ventos da redução dos juros e subiu 1,53%, para R$ 1,616.
"Cbic"

 

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