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10/05/2012

Megaeventos impulsionam setor de infraestrutura no País

"Cbic"
10/05/2012 :: Edição 313

 

DCI Online/SP 10/05/2012
 

Megaeventos impulsionam setor de infraestrutura no País

O Brasil continua atraindo investimentos nacionais e estrangeiros para a indústria de infraestrutura, impulsionados principalmente pelos megaeventos esportivos. O Grupo holandês Hunter Douglas, fabricante de produtos arquitetônicos, investirá RS 10 milhões na planta de Campinas (SP) para atender a demanda interna. Já a brasileira Marko Sistemas Metálicos, que também atua no ramo, deve desembolsar R$ 15 milhões para ampliar a sua produção e servir a construção civil.
 "Nossa empresa opera atualmente a 100% da capacidade. Estamos vivendo um bom momento", afirmou ao DCI a gerente de Marketing da Marko, Fernanda Borges. A companhia possui hoje capacidade instalada de 1,5 mil toneladas por mês de coberturas metálicas, amplamente utilizadas em estruturas de parques industriais. Com o novo investimento, a perspectiva é de que esse número seja ampliado para 6 mil toneladas mensais até o fim de 2012. As plantas da Marko estão localizadas no bairro carioca de Bonsucesso e na cidade fluminense de Itaguaí.
 Fernanda explica que a empresa criou um sistema exclusivo (patenteado) denominado Roll-on. De acordo com a executiva, devido à necessidade de inauguração rápida das plantas e de retorno do capital investido, os novos empreendimentos industriais que se espalham cada vez mais pelo Brasil buscam no mercado produtos e serviços que tragam agilidade e eficiência. "O nosso sistema é montado na própria linha de produção do cliente. Como se trata de uma montagem descomplicada, possibilita a execução de até três mil metros quadrados de área coberta por dia", garante Fernanda.
 Ela ressalta que os eventos esportivos com sede no Brasil trarão demanda extra para a empresa. "Todas as cidades-sede precisarão de infraestrutura, terminais, aeroportos. Além disso, todas as obras terão de ficar prontas o mais rapidamente possível", destaca Fernanda. Supermercados, shopping centers e centros de distribuição também são grandes consumidores da empresa e fazem parte do chamado canal comercial, que cresce com a chegada de eventos desse porte.
 A executiva da Marko destaca que a empresa possui um departamento de projetos que calcula a demanda e evita aumento de estoques, ao mesmo tempo em que garante a pronta-entrega. "Quando temos algum tipo de problema com uma matéria-prima, como aço, acabamos importando para não atrapalhar a produção", diz Fernanda. Devido ao aumento constante da demanda, a planta de Itaguaí foi a escolhida para ser ampliada. "Estamos projetando também novos produtos, que deverão gerar um adicional de 30% em nosso faturamento", comemora a executiva.
 Eventos esportivos
 A Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016 contribuíram muito para que o Grupo Hunter Douglas, com sede em Roterdã, na Holanda, voltasse os olhos para o Brasil. Neste ano, a empresa decidiu investir R$ 10 milhões para ampliar a sua capacidade instalada de produtos arquitetônicos, como forro e fachadas metálicas, também utilizadas em grandes empreendimentos. "Tomamos a decisão de investir no País novamente devido ao aumento constante da demanda", afirmou ao DCI o diretor-geral do Grupo Hunter Douglas no Brasil, Marcelo Siviero.
 O executivo afirma que o ciclo de vendas da empresa dura em torno de dois anos, pois os produtos do grupo geralmente entram na fase final das obras. "Estamos exatamente no pico da demanda para a Copa de 2014, que tem apresentado um forte aquecimento. Até lá, tudo tem que estar pronto", salienta Siviero.
 A empresa também se prepara para atender aos mais diversos pedidos da indústria de infraestrutura, impulsionados pelas obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), além da Olimpíada de 2016. "Atendemos diferentes clientes, como aeroportos, metrôs e hospitais privados, por exemplo", afirma o executivo. Ele destaca que os forros metálicos fabricados pela empresa têm a função de conforto acústico. Já as fachadas metálicas possuem função estética e funcional.
 Em 2011, a empresa produziu 130 mil metros quadrados de forros metálicos e fachadas. A previsão para os próximos três anos é ampliar a capacidade para 300 mil metros quadrados.
 Siviero ressalta que a indústria tem pedido prazos melhores para entrega, ou seja, mais agilidade para não atrapalhar a sua produção. "Nossa decisão de investir na planta de Campinas – em vez do Chile – tem forte influência da questão logística. Em São Paulo podemos oferecer melhores prazos", diz.
 
 SÃO PAULO
 O Brasil continua atraindo investimentos nacionais e estrangeiros para a indústria de infraestrutura, impulsionados principalmente pelos megaeventos esportivos. O Grupo holandês Hunter Douglas, fabricante de produtos arquitetônicos, investirá RS 10 milhões na planta de Campinas (SP) para atender a demanda interna. Já a brasileira Marko Sistemas Metálicos, que também atua no ramo, deve desembolsar R$ 15 milhões para ampliar a sua produção e servir a construção civil.
 "Nossa empresa opera atualmente a 100% da capacidade. Estamos vivendo um bom momento", afirmou ao DCI a gerente de Marketing da Marko, Fernanda Borges. A companhia possui hoje capacidade instalada de 1,5 mil toneladas por mês de coberturas metálicas, amplamente utilizadas em estruturas de parques industriais. Com o novo investimento, a perspectiva é de que esse número seja ampliado para 6 mil toneladas mensais até o fim de 2012. As plantas da Marko estão localizadas no bairro carioca de Bonsucesso e na cidade fluminense de Itaguaí.
 Fernanda explica que a empresa criou um sistema exclusivo (patenteado) denominado Roll-on. De acordo com a executiva, devido à necessidade de inauguração rápida das plantas e de retorno do capital investido, os novos empreendimentos industriais que se espalham cada vez mais pelo Brasil buscam no mercado produtos e serviços que tragam agilidade e eficiência. "O nosso sistema é montado na própria linha de produção do cliente. Como se trata de uma montagem descomplicada, possibilita a execução de até três mil metros quadrados de área coberta por dia", garante Fernanda.
 Ela ressalta que os eventos esportivos com sede no Brasil trarão demanda extra para a empresa. "Todas as cidades-sede precisarão de infraestrutura, terminais, aeroportos. Além disso, todas as obras terão de ficar prontas o mais rapidamente possível", destaca Fernanda. Supermercados, shopping centers e centros de distribuição também são grandes consumidores da empresa e fazem parte do chamado canal comercial, que cresce com a chegada de eventos desse porte.
 A executiva da Marko destaca que a empresa possui um departamento de projetos que calcula a demanda e evita aumento de estoques, ao mesmo tempo em que garante a pronta-entrega. "Quando temos algum tipo de problema com uma matéria-prima, como aço, acabamos importando para não atrapalhar a produção", diz Fernanda. Devido ao aumento constante da demanda, a planta de Itaguaí foi a escolhida para ser ampliada. "Estamos projetando também novos produtos, que deverão gerar um adicional de 30% em nosso faturamento", comemora a executiva.
 Eventos esportivos
 A Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016 contribuíram muito para que o Grupo Hunter Douglas, com sede em Roterdã, na Holanda, voltasse os olhos para o Brasil. Neste ano, a empresa decidiu investir R$ 10 milhões para ampliar a sua capacidade instalada de produtos arquitetônicos, como forro e fachadas metálicas, também utilizadas em grandes empreendimentos. "Tomamos a decisão de investir no País novamente devido ao aumento constante da demanda", afirmou ao DCI o diretor-geral do Grupo Hunter Douglas no Brasil, Marcelo Siviero.
 O executivo afirma que o ciclo de vendas da empresa dura em torno de dois anos, pois os produtos do grupo geralmente entram na fase final das obras. "Estamos exatamente no pico da demanda para a Copa de 2014, que tem apresentado um forte aquecimento. Até lá, tudo tem que estar pronto", salienta Siviero.
 A empresa também se prepara para atender aos mais diversos pedidos da indústria de infraestrutura, impulsionados pelas obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), além da Olimpíada de 2016. "Atendemos diferentes clientes, como aeroportos, metrôs e hospitais privados, por exemplo", afirma o executivo. Ele destaca que os forros metálicos fabricados pela empresa têm a função de conforto acústico. Já as fachadas metálicas possuem função estética e funcional.
 Em 2011, a empresa produziu 130 mil metros quadrados de forros metálicos e fachadas. A previsão para os próximos três anos é ampliar a capacidade para 300 mil metros quadrados.
 Siviero ressalta que a indústria tem pedido prazos melhores para entrega, ou seja, mais agilidade para não atrapalhar a sua produção. "Nossa decisão de investir na planta de Campinas – em vez do Chile – tem forte influência da questão logística. Em São Paulo podemos oferecer melhores prazos", diz.

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