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27/04/2011

Mais crédito à construção

 

 
27/04/2011 :: Edição 085

Jornal Brasil Econômico/BR – 27/04/2011
mais crédito à construção

Cláudio Conz

Na semana passada, foram divulgados os dados referentes aos preços de materiais de construção registrados
pelo Índice de Custo de Vida do Departamento Intersindical de Estatísticas e
Estudos Socioeconômicos (Dieese).No primeiro trimestre, os preços de materiais de construção em São Paulo
se mantiveram estáveis, subindo em média 2,27%, índice abaixo da inflação do
período, que ficou em2,62%.

Não há motivos para que os preços dos materiais aumentem, pois a oferta está
ajustada à demanda. E, segundo a pesquisa mensal da Anamaco, em parceria com o
Ibope Inteligência, as vendas estão estáveis.

No mês de março, o varejo de material de construção apresentou um aumento
discreto no volume de vendas, na comparação com o mês de fevereiro, com
crescimento de 1%. Na relação março 2011 sobre março de 2010, o setor não
apresentou crescimento.

A previsão de crescimento do varejo da construção feita pela Anamaco para
2011 já foi revista de 11% para 8,5%, pois as vendas do início do ano ficaram
abaixo do esperado. Com vendas em ritmo menos acelerado e maior competição no
varejo não há como os preços subirem.

Mas haverá algum reajuste no segundo semestre, pois o mercado deve se
aquecer.

Embora os preços e as vendas não tenham subido, segundo dados do Indicador
Serasa Experian de Atividade do Comércio, o movimento dos consumidores de
material de construção nas lojas foi o que mais cresceu no primeiro trimestre
entre todos os segmentos da economia, registrando um aumento de 14,1%. Este
número é obtido exclusivamente pelo volume de consultas mensais realizadas por
estabelecimentos comerciais à base de dados da Serasa. Ou seja, se o setor da
construção foi o campeão em consultas no Serasa, isso significa que nosso
consumidor está querendo financiar.

Os dados apontam para uma tendência de incremento do uso de financiamento
pelos consumidores, o que poderia facilitar e ampliar muito as vendas.

Mas não há financiamentos suficientes para atender a toda a demanda do
mercado.

Ainda em 2009, a Caixa Econômica
Federal ampliou de 96 para 120 meses o prazo de amortização da linha de crédito
Construcard, com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para
a compra de material de construção por famílias com renda de até R$ 1,9 mil por
mês. Elas poderiam, assim, financiar até R$ 25 mil, com taxas de juros que
variam entre 5% e 7,16% ao ano, de acordo com a renda, e o dinheiro é
disponibilizado na hora.

No entanto, o resultado do programa não alcançou os índices desejados. Dois
anos após seu lançamento, o que observamos é que não foram utilizados nem 10%
dos valores que foram disponibilizados.

Como membro titular do Conselho Curador do FGTS, pretendo trabalhar para
eliminar as amarras burocráticas que fazem com que este programa de
financiamentos não funcione como deveria. É preciso dinamizar os sistemas de
financiamento para que o consumidor tenha acesso ao material de construção.


 

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