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26/08/2011

Jovens são maioria no crédito imobiliário

"Cbic"
26/08/2011 :: Edição 166

 

Jornal Valor Econômico/BR 26/08/2011
 

Jovens são maioria no crédito imobiliário

Casa própria Caixa, que tem 75¢ do mercado, diz que clientes até 35 anos já representam 52% dos tomadores
 
Os jovens já são os maiores tomadores de crédito imobiliário no Brasil. Na Caixa Econômica Federal, responsável por mais de 75% dos empréstimos para a compra da casa própria, os clientes com até 35 anos representaram 52% do público tomador dos financiamentos concedidos de janeiro a julho. É um valor dez pontos percentuais maior do que aquele registrado em igual período de 2010.
 Em entrevista ao Valor , o vice-presidente de governo da instituição, José Urbano Duarte, afirmou que tem aumentado, entre os tomadores de crédito habitacional, a proporção do público jovem. O valor médio das operações, porém, continua o mesmo, de R$ 69,6 mil. "Isso é muito bom e ajuda a explicar o crescimento do crédito neste ano acima do que prevíamos inicialmente", disse Duarte.
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 Apesar da crise e do desaquecimento da economia, a Caixa reviu para cima a projeção de financiamento habitacional em 2011. No início do ano, previa crescer 6,6%, totalizando R$ 81 bilhões em desembolsos. Agora, a expectativa é chegar a R$ 90 bilhões, com alta de 18,75% em relação a 2010.
 De janeiro a julho, a Caixa concedeu R$ 45 bilhões em novas operações de crédito imobiliário. O ritmo de novos pedidos de empréstimo tem sido intenso. Em média, a instituição tem emprestado R$ 7,5 bilhões por mês, 50% a mais do que fazia, no período de 12 meses, há oito anos.
 As razões para o continuado boom do setor – que os dirigentes da Caixa rejeitam considerar uma bolha imobiliária – são: a ampliação dos prazos de financiamento, a redução dos juros, a ascensão social ocorrida no país nos últimos anos, e o programa Minha Casa, Minha Vida, que subsidia a compra para a população de baixa renda.
 Apesar do forte crescimento ocorrido nos últimos anos, o crédito imobiliário no Brasil ainda representa uma parcela modesta do Produto Interno Bruto (PIB) – 4,1%, na estimativa para 2011 (há 10 anos, era apenas 2,3% do PIB). O país perde nesse quesito inclusive para nações latino-americanas, como o Chile, onde o crédito habitacional, em 2008, já equivalia a 18,5% do PIB, e o México (11,2% do PIB, em 2009). O primeiro lugar no ranking mundial é a Holanda, com 105,6% do PIB. "O Chile tem o mercado de crédito imobiliário mais dinâmico da América Latina. É todo baseado em securitização, 100% mercado, nada é direcionado, taxas de juros baixíssimas e um mercado secundário super dinâmico", compara o diretor de habitação da Caixa, Teotônio Costa Rezende. No Brasil, grande parte do crédito ainda é direcionado. No caso da Caixa, apenas 40% do crédito imobiliário é comercial.
 Para continuar crescendo no segmento de crédito imobiliário, a Caixa está ampliando o uso de correspondentes bancários. Pioneiro no uso dos correspondentes para atividades bancárias em geral, o banco tem mais de 16 mil em todo o país, mas apenas 200, presentes em 151 municípios, estão atuando no modelo de integração voltado para o crédito imobiliário.
 Por esse modelo, o correspondente alimenta o sistema com informações do cliente potencial e as envia, pela internet, para a Caixa, que trata esses dados e revela ao correspondente quanto aquele cliente pode tomar de crédito. O pedido do empréstimo é, então remetido, por meio digital ou físico, a uma central da Caixa. A decisão de conceder o recurso, no entanto, é da instituição. "A Caixa não delega a concessão do crédito para o correspondente", explicou Duarte.
 "Na análise da qualidade do crédito, a avaliação do imóvel, a análise da capacidade de pagamento do tomador e a análise de risco de crédito, pontos que foram totalmente delegados no mercado americano e que foram a base da crise do crédito 'subprime', são 100% indelegáveis na Caixa", observou o diretor de Habitação.
 Os dirigentes da Caixa atribuem a esses cuidados a baixa inadimplência de sua carteira imobiliária – 1,72%, face à média de 2,2% do mercado. Quando são excluídos da conta os chamados "créditos sociais", isto é, aqueles originados a partir de recursos do FGTS e de outros programas subsidiados, a taxa de inadimplência da Caixa cai abaixo de 1%. 

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