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30/03/2015

Investimento recua 4,4% e impede crescimento

"Cbic"
30/03/2015

O Estado de S. Paulo – 28 de março

Investimento recua 4,4% e impede crescimento 

ECONOMIA ESTAGNADA

 Para especialistas, tendência de esfriamento no consumo e os efeitos  da Operação Lava Jato na economia devem agravar quadro este ano  

 Vinícius Neder

 A queda de 4,4% nos investi mentos foi o principal fator a  puxar a atividade econômica  para baixo em 2014, contri buindo para a estagnação do  Produto Interno Bruto (PIB).  O reflexo disso foi o agrava mento da crise na indústria  da transformação e a retra ção na construção civil – a pri meira desde 2006 responsá veis pelo recuo de 1,2% no PIB  industrial. Com a tendência  de esfriamento no consumo e  os efeitos mais fortes da Ope ração Lava Jato sobre os seto res de petróleo e infraestrutura, o quadro deverá piorar.  

 No quarto trimestre do ano passado, a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF, conta total dos investimentos no PIB) emplacou a sexta queda consecutiva na comparação com o trimestre imediatamente anterior. "Houve queda tanto na produção interna quanto na importação de bens de capital, e a construção também teve desempenho negativo", apontou Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE.

 Com isso, a taxa de investimentos recuou de 20,5%, em 2013, para 19,7% do PIB em 2014. Bruno Rovai, economista do banco Barclays, projeta que a taxa deve baixar para 17% do PIB neste ano, na esteira de uma queda de 6%   na FBCF, ainda mais forte do que o recuo do ano passado, anulando de vez a alta de 6,1% em 2013.

 A FBCF é composta por aportes em bens de capital (máquinas, equipamentos e veículos como caminhões e ônibus), na construção civil (tanto residencial quanto de infraestrutura) e, agora, em pesquisa, desenvolvimento e prospecção mineral. Os últimos itens foram incluídos na revisão metodológica do cálculo do PIB, motivada por recomendações internacionais e concluída pelo IBGE neste mês, e elevaram a taxa de investimentos do PIB em todos os anos.

 Desses componentes, o investimento em máquinas e equipamentos caiu 9,5%. Não à toa, a indústria de bens de capital foi uma das principais responsáveis, ao lado da produção de bens duráveis, pelo recuo de 3,8% na indústria de transformação, segundo o IBGE. "Os resultados adversos da indústria de transformação começaram a aparecer de modo mais claro em 2009, ano em que os efeitos mais agudos da crise financeira global se fizeram presentes, e persistem até hoje", disseram em relatório economistas do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi).

 Para o Iedi, o "crescimento baixíssimo" da economia no ano passado refletiu principalmente a "crise da indústria de transformação" e o "fim do ciclo de forte expansão da construção no período 2007-2011". Houve queda de 3,3% na construção como componente dos investimentos. Com isso, o PIB da construção encolheu 2,6% em 2014. Foi o primeiro recuo desde a queda de i%cm200óeopior desempenho desde 1999 (-4,9%).

 A deterioração se mantém este ano. A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) espera queda de 5% no PIB do setor, segundo o presidente da entidade, José Carlos Martins.

 

"Cbic"

 

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