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03/06/2014

Indústria em marcha a ré

"Cbic"
03/06/2014

Correio Braziliense

Indústria em marcha a ré

Prejudicado pela retração da construção civil e de segmentos como o automobilístico, o setor continua patinando  

 » DIEGO AMORIM 

 A indústria brasileira segue sem esboçar qualquer reação ou ao menos uma previsão longínqua de melhora. Reforçando um preocupante cenário de mesmice e sem surpreender ninguém, os resultados do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre indicaram a retração de 0,8% de um setor sufocado pela falta de investimentos, inovação e produtividade.

O recuo em relação ao desempenho do fim de 2013 se explica pelo péssimo momento da indústria de transformação, que recuou 0,8%, e da considerável contração na construção civil (-2,3%). A situação só não foi pior porque o extrativismo mineral teve alta de 0,5% e as atividades de eletricidade, gás, água, esgoto e limpeza urbana (1,4%) conseguiram crescer.

A indústria automobilística — responsável por cerca de 5% do PIB nacional e 23% do industrial –apresenta o retrato mais fidedigno do ambiente de desconfiança e incerteza em que mergulhou grande parte dos empresários. Ontem, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) preferiu não emitir qualquer comentário sobre os números da economia e do segmento.

Cobrança 

 Mais grave que os dados negativos é a previsão certeira de que o restante do ano continuará morno, diante das pífias chances de recuperação das exportações e das vendas internas. As montadoras se tornaram dependentes de estímulos do governo e, agora, com a progressiva redução deles, estão às voltas com ameaças de demissão acompanhadas de uma onda de paralisações nas fábricas.

Culpar somente o câmbio, argumento tão recorrente entre os industriais, não resolve nada, na opinião do presidente eleito da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins. "Precisamos discutir o gasto público. Se tivesse sobra, o país poderia estar investindo mais e o PIB não seria tão pequeno", argumenta.

A retração do setor levou a Confederação Nacional da Indústria (CNI) a, mais uma vez, cobrar do governo ações efetivas para recuperar a confiança dos empresários, melhorar o ambiente de negócios e aumentar a competitividade dos produtos brasileiros. Em nota, a entidade avisou que reavaliará a estimativa para o crescimento do PIB de 2014.

» Exportações recuam 3,3% 

 O fraco desempenho da economia internacional e a baixa competitividade do Brasil, mais uma vez, jogaram para baixo o resultado das exportações no primeiro trimestre, ajudando a afundar os números do Produto Interno Bruto (PIB). Em relação aos três meses anteriores, as vendas para o exterior tiveram uma redução de 3,3%, mesmo com a desvalorização cambial, na qual muitos analistas se apoiaram para estimar dados melhores no início de 2014. Na mesma base de comparação, as importações cresceram 1,4%.



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