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05/05/2017

Indicador Imobiliário Nacional é ferramenta estratégica para o empresário conhecer o mercado

Lançada a primeira rodada do Indicador Imobiliário Nacional, a Comissão da Indústria Imobiliária (CII) da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) já programa a ampliação de sua abrangência e os próximo passos do monitoramento. Líder do projeto na Comissão, o economista Celso Petrucci alerta para a importância da participação ainda maior das empresas do setor para que mais dados possam ser agregados. Em entrevista exclusiva ao CBIC Mais, Petrucci avalia a primeira etapa do trabalho e demonstra otimismo com o desempenho do mercado em 2017. Leia os principais trechos da entrevista:

CBIC MAIS – Qual a importância, para o mercado imobiliário brasileiro, do lançamento desse estudo da CBIC?

Celso Petrucci – Nós que trabalhamos e acompanhamos o mercado imobiliário há muitos anos, sentimos falta de indicadores confiáveis. Esse projeto, que se iniciou há muitos anos, mas ganhou fôlego a partir de 2015 com uma consultoria, vai nos dar indicadores de como anda o mercado em nível nacional. Esse é o aspecto de maior importância. Eu costumo dizer que o projeto de indicadores é importante por ser mais uma ferramenta para ajudar o empreendedor no desenvolvimento dos seus negócios. O mercado de incorporação imobiliário é muito complicado, é um mercado difícil, onde não é possível acertar em 100% dos produtos, é um negócio de risco; e com essa ferramenta que a CBIC está desenvolvendo e estamos apresentando vamos ajudar as empresas e aos associados dos nossos afiliados a errarem menos e acertarem mais.

C.M – O Brasil vive um período com mais de dois anos de crise e agora busca reaquecer a economia. Qual a importância para o empresário de dispor de uma ferramenta como essa?

C. P. – É muito importante, pois funciona como a sondagem que a CBIC faz da construção. No acompanhamento mensal, ou no início trimestral, para ver a evolução da economia e da própria política, das crises institucionais estão trabalhando na confiança do empreendedor e do consumidor. É uma ferramenta muito importante e que esperamos que o aprimoramento e o acréscimo de novos dados possamos ter uma sinalização clara de como vai se recuperar o mercado imobiliário, principalmente a partir do segundo semestre desse ano.

C.M – Qual o desafio de produzir um acompanhamento dessa natureza, em um país de dimensões continentais como o Brasil, e qual a estratégia da CII para torna-lo mais robusto?

C. P.  – O presidente da CBIC, José Carlos Martins; e o presidente da CII, Flávio Prando; têm colocado esse desafio para nós. Esse trabalho exigiria sempre muito cuidado para agregar dados novos. Algumas das maiores capitais do país não estão incluídas no nosso indicador. Nosso próximo passo, a partir de agora, é trazer as capitais, os principais mercados imobiliários para dentro do nosso indicador e, depois, avançar por porte de cidades em que haja mercado imobiliário significativo. Não é uma coisa simples de fazer, pois não dependeremos de dados das prefeituras, cartórios de registro de imóveis; mas apenas das nossas entidades e dos associados das nossas entidades. Vamos discutir os próximos passos desse projeto em junho.

C.M – Então, a participação das empresas do setor será fundamental.

C. P.  – É extremamente necessário, eu diria fundamental. Muitas vezes, é difícil transmitir para o associado a importância de ele abrir seus dados, desde que você tenha credibilidade e confiabilidade para apresentar apenas dados agregados. Tem empresas e empresários que ainda desconfiam para passar suas informações, mas isso é extremamente necessário e saudável para o próprio empresário conhecer as informações do seu mercado.

C.M – Qual o diferencial do indicador lançado pela CBIC dos demais que já tratam do mercado imobiliário?

C. P. – O diferencial é que nossa fonte é o empresário, que forneceu as informações diretamente. Nessa primeira rodada foram ouvidas 2 mil empresas.

C.M – Qual panorama ou conclusão mais importante do estudo?

C. P. – A principal conclusão é que 2016 representou o fundo do poço para o mercado imobiliário e que temos toda a condição para que haja um crescimento do mercado a partir desse ano. Tenho dito que, trimestre a trimestre, vamos perceber a melhora do mercado, podendo chegar ao final do ano com 5% a 10% de crescimento nos lançamentos e vendas.

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