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16/09/2011

Habitação movimenta R$ 1,1 bi

"Cbic"
16/09/2011 :: Edição 178

 

Jornal Diário do Nordeste – Online/CE 16/09/2011
 

Habitação movimenta R$ 1,1 bi

O expressivo ritmo de crescimento adquirido pelo mercado imobiliário em 2010, superior a 40%, começou a dar sinais de arrefecimento. O volume de vendas na RMF, no primeiro semestre, continua crescente, mas o avanço em relação a igual período do ano passado foi menor: 11%. O total movimentado foi de R$ 1,142 bilhão, contra R$ 1,029 bilhão na metade inicial de 2010. No comparativo entre 2009 e o ano em curso, a expansão supera 57%.
 Conforme Sérgio Porto, presidente do Sindicato das Empresas de Compra, Venda e Locação de Imóveis do Estado (Secovi-CE), a tendência é de que essa curva de elevação fique menor até que se estabilize, em 2012. De acordo com ele, para o segundo semestre, espera-se um desempenho ainda melhor, o que, conforme projeta, deve gerar um montante superior ao do ano passado, de R$ 2,5 bilhões. "A base comparativa é muito alta e, mesmo assim, conseguimos crescer", celebra.
 Retração em unidades
 Apesar disso, o número de unidades negociadas apresentou recuo de 13%, saindo de 3.961, em 2010, para 3.409 nos seis primeiros meses deste ano. Conforme Porto, a queda, em contraste com a ascensão no volume movimentado, acontece em virtude dos preços mais altos. "Os imóveis estão mais caros, maiores, com mais opções de lazer e conforto", ressalta.
 Os lançamentos também caíram: de 39 empreendimentos para apenas 29 de janeiro a junho de 2011, redução de 34%. No entanto, a área total desses locais inaugurados apresentou um crescimento significativo de 83%, chegando a 414 mil metros quadrados, contra 226 mil m² no primeiro semestre do ano passado, o que só enfatiza o desejo dos consumidores por espaços maiores. "Hoje em dia, os clubes estão dentro dos próprios prédios. Há salões de festas, quadras esportivas, campos, academias", enumera Porto. O estoque de lançamentos no primeiro semestre, segundo ele, é de cerca de R$ 4 bilhões.
 Para ele, contudo, essa quantidade de empreendimentos ofertados poderia ser ainda maior, caso não houvesse tantas dificuldades para aprovar um projeto imobiliário. "O mercado já subiu de R$ 600 milhões anuais para R$ 2,5 bilhões (em Fortaleza, entre 2006 e 2010), mas será que a estrutura governamental que analisa e chancela esses projetos subiu nessa proporção? Certamente, não. Ainda temos o gargalo da burocracia", protesta.
 Os representantes do segmento afirmam que gasta-se cerca de um ano para conseguir avais para levar adiante determinados projetos (VX).
 MAIOR PROCURA
 Apartamentos de 3 quartos lideram
 Os apartamentos de três quartos seguem como os favoritos do público fortalezense. No primeiro semestre, de acordo com o Secovi, mais de 1.500 unidades foram vendidas na Capital. Os já comuns imóveis de dois quartos vêm ganhando ainda mais popularidade com o ganho de renda das classes emergentes, que, segundo Sérgio Porto, preferem esse tipo de lugar para morar. "Eles estão comprando televisões caras, estão fazendo cirurgia plástica, comprando carro, enfim, realizando feitos que antes não podiam. Então, agora essa nova classe média também quer um lugar novo para morar, geralmente em um bairro melhor localizado, com um tamanho compacto", comenta. As imobiliárias negociaram 1.118 unidades de dois quartos entre janeiro e junho. Segundo o presidente do Secovi, as incorporadoras estão atentas a esse público, disponibilizando uma variedade de empreendimentos que segue esse perfil.
 Para solteiros
 Já em relação aos preços ofertados, os imóveis de um quarto, prediletos dos solteiros, apresentaram a maior variação, ficando cerca de 108% mais caros. O valor médio do metro quadrado passou de R$ 2.230 para R$ 4.646. Já os de três cômodos subiram 47%, atingindo a média de R$ 4.250. O perfil que menos se alterou foi o de cinco quartos, com encarecimento de 12,8%.
 As salas comerciais também registraram uma elevação considerável nos preços. O metro quadrado saltou de R$ 3.904 para R$ 6.228, incremento de 59%. Em relação às casas, houve um aumento de 30% a 40%, dependendo do número de quartos.
 Falta formalização
 O Secovi também divulgou os números referentes ao mercado de trabalho na RMF. De acordo com Sérgio Porto, o setor imobiliário ainda precisa de formalização de muitos de seus profissionais. Segundo dados oficiais, o saldo de trabalhadores no Estado é o maior dos últimos meses: 20.263 pessoas em julho deste ano, contra 18.418 em igual período do ano passado. No entanto, segundo estima Porto, o real número é de 33 mil profissionais. "Muitos não são formalizados. É algo que precisa melhorar", diz.
 A renda desses trabalhadores também está menor. Ganhavam, em média, R$ 810 no ano passado, quantia que caiu para R$ 788 no mês de julho último. "A maioria deles trabalha em condomínio. E, quando eles pedem aumento, existe uma grande resistência por parte dos síndicos", avalia.  
"Cbic"

 

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