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08/03/2012

Habitação infla PAC e equipe econômica cobra investimentos

"Cbic"
08/03/2012:: Edição 282

 

CBIC/BR 08/03/2012
 

Habitação infla PAC e equipe econômica cobra investimentos

No primeiro ano do PAC 2, os gastos chegaram a R$ 204,4 bilhões. Volume representa 21% do total. As obras concluídas correspondem 18% do que está previsto até 2014.

O anúncio na terça-feira de que a economia cresceu apenas 2,7% no ano passado comprometeu o balanço do primeiro ano da segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento, o PAC 2. Na cerimônia, realizada ontem em Brasília, a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, prometeram que 2012 será um ano diferente e cobraram das demais autoridades presentes o aumento nos investimentos.
 
Ao todo, o primeiro ano do PAC 2 contou com a execução de R$ 204,4 bilhões, segundo divulgou o Ministério do Planejamento. O volume representa 21% do previsto para o período de 2011 a 2014, que é de R$ 955 bilhões. O valor total das ações do PAC 2 que já estão concluídas é de R$ 142,8 bilhões. Deste total, R$ 127 bilhões foram realizados em 2011, o que representa 17,9% do previsto concluir até 2014 (R$ 708 bilhões).  Os dados demonstram que tanto em sua execução quanto em entregas de obras o PAC 2 segue em bom ritmo , afirmou a nota divulgada pelo ministério à imprensa.
Para inflar os números do balanço, o governo voltou a recorrer a artifícios como contabilizar subsídios do Programa Minha Casa, Minha Vida e financiamentos para a aquisição de imóveis usados, que não são investimentos.
Os financiamentos habitacionais respondem pela maior parte do investimento da segunda fase do programa em 2011: R$ 75,1 bilhões. Somente o Minha Casa, Minha Vida teve gastos de R$ 10 bilhões.
 
Para os ministros, os investimentos foram determinantes em 2011 para a maior resistência da economia brasileira diante da crise externa. Por isso, para alcançar a meta de crescer 4,5% neste ano, como deseja a presidente Dilma Rousseff, depois de um avanço de apenas 2,7% em 2011, o governo admite que terá de contar com recursos de dentro e de fora do PAC. Não só do setor público, mas também do privado.
Também será necessário tomar medidas "a todo momento, a toda semana, para calibrar a economia", segundo Mantega. "Posso dizer que vamos ter medidas todos os meses para estimular a economia."
O ministro cobrou também dos bancos públicos que aumentem o crédito e reduzam os juros. Disse que essas instituições terão um papel mais atuante em 2012 e citou como exemplo os recursos que serão liberados pela Caixa para habitação e pelo BNDES, para empresas.
 
Com informações do Estado de São Paulo e Gazeta do Povo PR
 

"Cbic"

 

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