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Agência CBIC

13/05/2015

Grupo do setor imobiliário aportará R$ 300 mi no NE

A Partage, empresa de investimentos imobiliários e acionista do laboratório Aché, vai erguer um segundo shopping center em Campina Grande (PB), com aporte de R$ 300 milhões.

Esse será o primeiro empreendimento do grupo voltado para as classes A e B.

"Optamos por esse perfil por se tratar de uma localização privilegiada e haver uma demanda reprimida na região. A unidade vai complementar a oferta do outro shopping", afirma Julio Macedo, diretor da empresa.

O projeto havia sido iniciado por duas empresas paraibanas –a varejista Rio do Peixe e a construtora Rocha Cavalcante– que venderam o controle acionário do empreendimento para a Partage.

Cerca de R$ 180 milhões do aporte total virá da Partage e o restante das duas sócias.

"Faremos algumas alterações para otimizar a área e padronizar o layout ao dos outros shoppings do grupo, com algumas diferenças, por ser voltado para um público diferenciado."

Campina Grande será a primeira cidade a ter mais de um shopping center da empresa.

"Um estudo apontou que a cidade tem grande potencial econômico por ser um centro universitário, com indústria e comércio desenvolvidos, e próxima da capital."

O empreendimento terá 30 mil m² de área bruta locável, tamanho parecido ao do outro centro de compras em operação, e deverá ser inaugurado em 2018.

Eixo italiano

A rede de restaurantes Abbraccio, recém-inaugurada no Brasil e que pertence ao grupo Bloomin' Brands, detentor do Outback, abrirá mais cinco unidades neste ano e no próximo no país.

A primeira inauguração ocorrerá em julho, no shopping Iguatemi, em Campinas. Entre os meses de outubro e novembro, haverá mais um ponto na capital, ainda sem local definido.

"Nos expandiremos no eixo Rio-São Paulo, para depois entrarmos em outras capitais, a mesma estratégia adotada pelo Outback quando chegou ao Brasil", diz Manny Vegas, principal executivo da rede no país.

Hoje, são dois restaurantes, nos shoppings Vila Olímpia e Market Place.

Em 2016, serão mais duas unidades em São Paulo e um no Rio de Janeiro.

A meta é abrir 50 pontos nos próximos cinco anos.

US$ 4,4 bilhões foi o faturamento do grupo em 2014, ou cerca de R$ 13,3 bilhões, na cotação atual

250 são as pontos Carrabba's, de cozinha italiana, nos EUA

R$ 5 milhões será o investimento em cada restaurante Abbraccio

De R$ 24 a R$ 50 é o preço médio dos pratos

Agulha no palheiro

O ritmo de contratação em nove áreas, como contábil, tributária e de tecnologia da informação, tem sido impactado pela falta de profissionais com fluência em inglês e conhecimentos técnicos da função pretendida.

O diagnóstico é da recrutadora Page Personnel, que analisou cerca de mil vagas com dificuldades de serem preenchidas no primeiro quadrimestre deste ano.

"Hoje, as operações não se restringem apenas ao Brasil. Sem o inglês, esses profissionais não conseguem espaço no mercado", diz Ricardo Ribas, executivo da Page.

Profissões como as de analista de desenvolvimento mobile, analista contábil e consultor de projeto logístico têm remuneração entre R$ 5 mil e R$ 8 mil, mas poucos candidatos aptos.

"Muita gente tem ido às seleções sem preparo. Com a crise, o mercado prefere segurar as vagas para não errar", diz Ribas.

Para a recrutadora, esse cenário deve perdurar. "Não é uma situação que se resolva em seis meses."

Exterior no alvo

Em razão da crise econômica, a Condor, fabricante brasileira de armas não letais, como balas de borracha e spray de pimenta, focará suas operações neste ano nas exportações para compensar as perdas no mercado interno.

"O governo [brasileiro], que é nosso principal cliente, reduziu o orçamento para o setor de defesa e isso impactou os negócios", diz Luiz Monteiro, diretor-executivo.

Da receita de US$ 100 milhões (R$ 301 milhões) em 2014, 60% foram obtidos com o embarque de 130 tipos de armamentos para 45 países.

O maior mercado é o Oriente Médio. Com escritórios em Dubai e Cingapura, o grupo pretende aumentar sua atuação na África ainda neste ano.

Pouso pontual

A TAM ficou em terceiro lugar no ranking das companhias aéreas globais com melhor índice de pontualidade em abril. De todos os seus voos no mês, 10,61% registraram atraso.

A russa S7 Airlines e a escandinava SAS ficaram na primeira e na segunda posição, com 8,64% e 9,07%, segundo lista elaborada pela Flightstats (empresa americana de serviços de informação de aeroportos e voos).

Quando a análise é feita por regiões, a TAM cai para o segundo lugar da América Latina. Na primeira colocação, aparece a Copa (a companhia não participa do outro ranking por não ser considerada global).

Apenas 6,51% dos voos da aérea panamenha atrasaram no mês.

Na terceira e na quarta posição, ficaram a Gol e a Azul, com 11,05% e 11,82%, respectivamente. A Avianca ocupou o quinto lugar, com 19,97%.

Números dos voos

10,61% dos voos da TAM atrasaram em abril

10,78% foi a parcela de atrasados da companhia em março

11,05% foi o índice da Gol no mês passado; em março, havia ficado em 10,52%/ Folha.com |

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