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26/03/2015

Galvão Engenharia entra com pedido de recuperação judicial

"Cbic"
26/03/2015

Jornal XYZ – 10/10/2010

Galvão Engenharia entra com pedido de recuperação judicial

Investigada na Lava-Jato enfrenta dificuldades em obter crédito

Mariana Sanches

A empreiteira Galvão Engenharia, uma das 23 investigadas na Operação Lava-Jato por corrupção em obras da Petrobras, entrou ontem com pedido de recuperação judicial na Justiça Estadual do Rio de Janeiro. A empresa têm enfrentado dificuldades financeiras desde o fim do ano passado, mesmo período em que a Petrobras suspendeu contratos que tinha com a Galvão e outras empreiteiras acusadas de formar um cartel para fraudar contratos e desviar dinheiro público. E um dos executivos da Galvão Engenharia está preso. Também a Galvão Participações pediu recuperação judicial.

No total, R$ 7,7 bilhões em contratos da Galvão Engenharia são investigados pela Lava-Jato. Isso aumentou o risco de crédito da empresa e secou a fonte de empréstimos. Desde novembro, a empreiteira tenta iniciar a construção de 620 quilômetros da BR-153, que liga Goiás a Tocantins. Mas o BNDES não aprovou o empréstimo de R$ 798 milhões pedido pela companhia.

PRESSÃO POR ACORDO DE LENIÊNCIA

A Galvão já teria empenhado R$ 200 milhões próprios na empreitada, mas não teria mais dinheiro em caixa para investir. Dos 360 operários inicialmente contratados, mais da metade já foi demitida. Oficialmente, a empresa não se pronunciou, mas, no mercado, seus executivos comentam que se sentem pressionados a firmar um contrato de leniência para que voltem a ter crédito na praça. A possibilidade de um acordo do tipo não está descartada.

Além da BR-153, a Galvão paralisou as obras da unidade de fertilizantes UFN-3, em Três Lagoas (MS). Nas obras trabalhavam seis mil funcionários, mas a construção foi interrompida com 83% do projeto executado. Em dezembro, na última grande demissão, 1.200 funcionários foram dispensados. A empresa reclama que a Petrobras, contratante do serviço, deixou de repassar verba em setembro de 2014. A disputa entre as duas empresas foi parar na Justiça, mas o processo corre em sigilo. O valor que a Galvão pleitearia nesse caso chega a R$1 bilhão. A empresa está ainda envolvida nas obras do Complexo Petroquímico de Itaboraí (Comperj) e da Refinaria Abreu e Lima (PE), das quais tenta negociar sua exclusão. As obras dos dois empreendimentos enfrentam atrasos.

O caso da Galvão Engenharia pode ser o mais grave, mas não é o único. Embora a maioria das empreiteiras se recuse a admitir, as denúncias atrapalharam os negócios, já abalados pela atual situação econômica do país. A Engevix, por exemplo, negocia seus ativos no mercado para tentar se recuperar. A Mendes Júnior, responsável por dois lotes da Transposição do Rio São Francisco, tem tido dificuldades para cumprir os prazos da obra. Os contratos somam mais de R$ 1,2 bilhão. O problema levou o Ministério de Integração Nacional a instaurar um processo administrativo para "apurar possíveis faltas cometidas pela empresa'.'

 


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