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28/02/2011

Faturamento de R$ 5,1 bilhões

 

28/02/2011 :: Edição 047

Jornal Correio Braziliense/BR  |   26/02/2011

faturamento de R$ 5,1 bilhões

O resultado obtido pelo setor imobiliário em 2010
foi 21,4% superior ao de 2009. Para 2011, os lucros devem ficar entre 15% e 20%

MARIANA BRANCO

Há algum tempo em situação de superaquecimento, o
mercado de venda de imóveis no Distrito Federal começa a dar sinais de que
sustentará um crescimento mais estável no futuro. Números da Associação de
Empresas de Dirigentes do Mercado Imobiliário do DF (Ademi-DF) cedidos com
exclusividade ao Correio revelam que, nos últimos três anos, o faturamento do
setor com a venda de unidades caiu de um patamar acima de 50% para 20%. Para
2011, a projeção é que a alta nos lucros fique entre 15% e 20%.

Mesmo com uma expansão mais modesta, as dimensões
que o segmento ganhou no DF impressionam. Em 2010, construtoras e
incorporadoras com operações em Brasília e região acumularam em seus cofres R$
5,1 bilhões referentes à comercialização de lançamentos, 21,4% mais do que em
2009. Como a quantidade de imóveis novos no mercado não teve grande variação no
período, o aumento no lucro simboliza unidades mais valorizadas. Empresários
acreditam que, a médio prazo, o lucro anual vai estabilizar-se. Entretanto,
como a demanda por moradia no
quadrilátero candango tende a continuar pressionando o mercado, eles creem que
os imóveis ainda serãoum investimento
com retorno alto e garantido ainda por um bom tempo.

"Antes de o mercado no Brasil inteiro
crescer, Brasília já se destacava. Após esses episódios de facilitação do
crédito e do programa Minha Casa, Minha
Vida, só melhorou", afirma Adalberto Valadão, presidente da
Ademi-DF e dono da Sol Tec Engenharia. Entre os fatores que atuavam a favor do
mercado local antes do boom imobiliário no Brasil, Valadão cita o fato de o DF
ser uma unidade da Federação jovem, com espaço para crescer e atratividade para
moradores de outros estados, em razão dos concursos públicos. "O poder
aquisitivo alto dos habitantes é uma outra coisa que tem reflexo."

Expansão

Valadão destaca que uma das mudanças mais
significativas causadas pelos programas de incentivo do governo federal foi a
disponibilidade de unidades habitacionais nas regiões carentes. Ele lembra que
a expansão imobiliária mais recente está concentrada em Samambaia, Ceilândia,
Taguatinga, Guará, Gama e outras. "Como antes não havia crédito para essas
faixas de renda, era difícil conquistar a casa própria", afirma.

Elson Ribeiro e Póvoa, presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil
do DF (Sinduscon-DF) concorda com a avaliação da Ademi-DF de que a valorização
vai desacelerar, mas permancerá em um patamar alto. "Imóvel continuará
sendo a melhor opção para investir", acredita. Carlos Hiram Bentes David,
presidente do Sindicato da Habitação do DF (Secovi-DF), entidade que representa
quem vende unidades usadas, tem a mesma opinião. "Brasília experimentou
uma recuperação de preço, em função dessas facilidades de financiamentos. Como
ainda não conseguimos fazer face à demanda, a expansão continuará."

A servidora pública Waleska Souza Martins, 26
anos, que mora com os pais, aproveitou a aprovação em um concurso e seus
primeiros salários foram para investir em um apartamento de dois quartos no
Guará, ao custo de R$ 300 mil. "Quis aproveitar os preços de agora, pois
tudo está valorizando muito rápido", explica. Ela diz que, não fosse a
possibilidade de financiamento, seria difícil comprar o imóvel.

Vitrine

O Minha
Casa, Minha Vida foi lançado em 2009 no âmbito do Programa de Aceleração do Crescimento
(PAC). O incentivo à construção civil teve como objetivo
dar fôlego ao setor durante a crise econômica de 2008 e 2009 e servir de
vitrine à candidatura da atual presidenta do país, Dilma Rousseff, que então
concorria ao cargo pelo PT. Por meio de crédito
liberado às construtoras e a pessoas físicas, o programa vem facilitando a
aquisição de imóveis pelas classes populares.


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