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Agencia CBIC

07/02/2020

2019 foi o ano da recuperação do mercado imobiliário no DF

(Foto: Secovi-DF)

O mercado imobiliário do Distrito Federal fechou 2019 com crescimento superior a 100% no volume de lançamentos residenciais, consolidando a retomada do investimento e a confiança de construtoras e incorporadoras. Resultados do Indicador de Velocidade de Vendas (IVV) para o mês de dezembro superaram as expectativas, confirmando a tendência de recuperação e crescimento sustentável da incorporação imobiliária: com taxa de 9,4%, esse foi o melhor dezembro da série histórica desencadeada em 2014, quando a pesquisa foi criada.

Em 2019, foram lançados 34 novos empreendimentos residenciais, mais que o dobro do realizado no ano de 2018. Foram lançadas 3.521 novas unidades residenciais em 2019, superando as 1.711 unidades do ano anterior.

“Esse resultado sinaliza consistência na recuperação do mercado no ano passado. Apesar da sazonalidade, mantivemos a tendência e tivemos confirmadas as nossas expectativas”, avalia Eduardo Aroeira Almeida, presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF), lembrando que o período de férias torna dezembro um dos meses menos movimentados para o mercado imobiliário. “Nós projetamos um crescimento de 30% para 2020”, comenta.

Para ele, a recuperação e crescimento do mercado imobiliário terão impacto positivo sobre a economia do DF, pela geração de novos empregos e renda para a população. Segundo dados da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), a construção civil gerou 25 mil novos postos de trabalho em 2019. Estimativas da Ademi-DF indicam que os novos empreendimentos lançados no ano passado irão criar outros 100 mil empregos no período vindouro. “Nosso mercado gera emprego durante todo o ciclo dos seus empreendimentos, em movimento crescente conforme o avanço das obras”, explica Aroeira.

“Os índices de velocidade de vendas registrados ao longo de 2019 demonstraram que o setor está voltando à potência de antes. Para 2020, esperamos novos lançamentos imobiliários, ainda mais vendas e um gradativo aumento nos preços dos imóveis, represados há algum tempo”, ressalta o vice-presidente do Sinduscon-DF, Adalberto Valadão Júnior. “2019 foi o ano da recuperação do mercado imobiliário”, diz.

Ele destacou a redução dos estoques e a necessária reposição – os imóveis disponíveis podem ser escoados em cerca de 11 meses. “Nós acreditamos em mais lançamentos durante 2020 e um incremento de vendas”, diz Adalberto. Segundo ele, esse cenário indica potencial de valorização dos imóveis, com aumento dos preços. 

O IVV acompanha o desempenho do mercado imobiliário do Distrito Federal. Iniciativa da Ademi-DF em parceria com o Sindicato da Indústria da Construção Civil do DF (Sinduscon-DF) e apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Distrito Federal (Sebrae-DF), a pesquisa é realizada pela Opinião Informação Estratégica. A coleta de dados é mensal, junto às construtoras e incorporadoras mais representativas do DF – em novembro, 29 empresas participaram da pesquisa.

 

Os dados consolidados demonstram a oferta de 2.830 unidades residenciais no mês de dezembro nos segmentos de médio e alto padrão. O segmento econômico registrou a oferta de 1.240 unidades. O maior volume de lançamentos foi registrado nas regiões do Noroeste (20,4%), com 576 unidades; Santa Maria (20,2%), com 573 unidades; e Águas Claras (18,4%), com 520 unidades.

Em 2019, foram comercializadas 266 unidades residenciais, 19% mais que o registrado no mesmo mês em 2018. O maior volume de vendas no segmento econômico foi registrado nas regiões de Santa Maria (26,3%), com 70 unidades. No segmento de médio e alto padrões, no Noroeste (21,8%), com 58 unidades; e Park Sul (21,4%), com 57 unidades. “É comum as vendas em Santa Maria, por exemplo, serem maiores em número de unidades, é uma característica do mercado”, diz Aroeira. Segundo ele, é preciso um maior volume de unidades do segmento econômico para equiparar ao segmento de médio e alto padrões.

A velocidade de vendas dos imóveis em obra no mês de dezembro de 2019 foi cerca de 2,4 vezes maior que a dos imóveis prontos. “Esse resultado demonstra a confiança do consumidor na sua capacidade de honrar com compromissos futuros, apostando em unidades que ainda estão em construção. É um sinal muito positivo para o mercado”, analisa o presidente da Ademi-DF. Segundo ele, a confiança do comprador é essencial para sustentar a decisão do empreendedor de realizar novos investimentos.

(Com informações da Ademi-DF e do Sinduscon-DF)

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