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24/05/2012

Empréstimo da sinal de retomada, diz BC

"Cbic"
24/05/2012 :: Edição 323

 

Brasil Econômico/BR 24/05/2012
 

Empréstimo da sinal de retomada, diz bc

Segundo autoridade monetária, concessão de crédito cresceu 6% em abril

 Depois de o governo demonstrar preocupações com o desempenho do mercado de crédito no país, o Banco Central apresentou dados que mostram sinais de retomada nas operações de financiamento, ao mesmo tempo em que verificou queda nos juros e no spread bancário.
 De acordo com o diretor de Política Econômica do BC, Carlos Hamilton Araújo, a média diária de concessão de crédito no país cresceu 6% em abril, quando comparado com março.Para pessoas físicas, o avanço foi ainda maior, de 8,1% no período, enquanto que para pessoas jurídicas, de 4,6% (ver mais na página 10). Os dados consolidados de crédito serão divulgados amanhã.
 Ele informou também que o spread bancário – diferença entre o custo de captação dos bancos e a taxa efetivamente cobrada ao cliente final- caiu 1,5 ponto percentual, para 26,5 pontos percentuais. Para pessoa física, a queda foi de 1,9 ponto, para 33,2 pontos percentuais, enquanto que para pessoas jurídicas, a queda foi de 0,9 ponto, 17,5 pontos percentuais.
 Já a taxa média de juros teve redução de 2 pontos percentuais no mês passado, para 35,3%ao ano, acrescentou o diretor.
 Para ele, o mercado de crédito brasileiro vai continuar em expansão e que o maior espaço para esse crescimento está localizado no financiamento imobiliário.
 "Há espaço para um crescimento do crédito no Brasil. Há segmentos, como o imobiliário, em que o espaço é grande para crescimento do crédito no país", completa.
 Ele também reafirmou a previsão de que o estoque total de crédito vai crescer 15% este ano, mas lembrou que essa e outras variáveis, como projeção para o Produto Interno Bruto (PIB) e para a inflação, podem ser revisadas no próximo Relatório Trimestral de Inflação a ser divulgado no final de junho.
 Hamilton minimizou ainda o comprometimento das rendas das famílias com empréstimos dizendo que o BC observou um recuou moderado na comparação com o começo do ano passado. "O nível de endividamento das famílias no Brasil é muito menor do que o visto em outras economias", disse.
 O BC informou ainda que a Taxa Preferencial Brasileira, que compila a taxa de juros de empresas com classificação de risco AAA, ficouem14,6%em fevereiro, contra 14,5% em janeiro.
 Câmbio
 O diretor explicou também que a autoridade monetária identificou que o mercado de câmbio não estava funcionando adequadamente em termos de liquidez e volatilidade e, por isso, resolveu agir.
 Nos últimos dias, diante da disparada do dólar ante o real, o BC tem realizado leilões de swap cambial tradicional, sendo o último ontem.
 "O mercado de câmbio não estava funcionando adequadamente em termos de liquidez e volatilidade e resolveu agir", afirmou ele, sublinhando que o BC não tem um patamar ideal para a cotação da moeda estrangeira. Ele disse ainda que a alta do dólar tem tido impacto cada vez menor na inflação. "Temos observado ao longo da sistema de metas para a inflação que o coeficiente de repasse do câmbio tem diminuído."
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 Para pessoas físicas, avanço foi de 8,1% nos financiamentos, enquanto para as empresas a alta foi de 4,6% no mês passado.

"Cbic"

 

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