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24/04/2015

Emprego formal tem pior 1º trimestre desde 2002

"Cbic"
24/04/2015

Folha de S. Paulo

Emprego formal tem pior 1º trimestre desde 2002

Nos três primeiros meses do ano, 50,4 mil postos de trabalho foram fechados

Ministro atribui dado à Lava Jato e à economia fraca; país volta a contratar em março após 3 meses de retração

Apesar de dar sinais de recuperação em março, o mercado de trabalho com carteira assinada fechou 50,4 mil postos de trabalho no primeiro trimestre deste ano.

Trata-se do pior resultado para o período desde 2002, quando foi iniciada a série estatística do governo.

No três primeiros meses de 2014, o emprego formal registrou a criação de 345 mil vagas. Essa discrepância é reflexo da baixa atividade econômica e da paralisação de obras em razão das investigações da Operação Lava Jato, afirma Manoel Dias, ministro do Trabalho.

O desempenho ruim do mercado de trabalho foi motivado, entre outros fatores, pelo mau momento do setor da construção civil. Para Dias, as demissões no trimestre preocupam e são resultado de um momento de transição e de ajustes.

No entanto, ele acredita que o dado positivo de março mostra um começo de recuperação.

No mês passado, o país voltou a contratar mais que demitir trabalhadores com carteira assinada. Isso interrompeu uma sequência de fechamento de postos que vinha se estendendo desde dezembro.

Em março, foram criadas 19,3 mil vagas formais. Em março do ano passado, esse saldo foi de 13,1 mil.

No mês passado, o setor de serviços (ensino, medicina, transporte) foi responsável pela contratação de 53,8 mil trabalhadores, compensando as demissões em segmentos mais fragilizados.

As demissões na construção civil superaram as contratações em 18,2 mil vagas, a maior queda absoluta entre os setores econômicos pesquisados no mês.

De janeiro a março, a construção civil acumula um saldo negativo de quase 51 mil postos de trabalho.

A indústria de transformação (metalúrgica, mecânica, têxtil etc.) fechou 14,7 mil postos no mês. Em março do ano passado, havia criado 5.500 vagas.

Para o presidente da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), José Carlos Martins, as demissões na construção civil são reflexo da redução de investimentos devido à queda de confiança do empresariado.

MOMENTO DE AJUSTESManoel Dias disse que os investimentos do governo não devem cessar, mesmo com corte de gastos.

"Estamos vivendo momento de transição, de ajustes. No nosso entendimento, estamos vivendo uma crise política, que também impacta a economia."

O ministro do Trabalho aposta num resultado melhor do mercado de trabalho formal em abril, com maior geração de vagas na construção civil e a retomada de contratos da Petrobras.

"Vamos retomar os contratos que são importantíssimos para a execução do principal projeto, que é a exploração do pré-sal."
SOFIA FERNANDES DE BRASÍLIA

 



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