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08/12/2010

Em 2010, PIB da construção bate recorde

CBIC Clipping

08/12/2010 :: Edição 023

Jornal O Estado de S. Paulo/BR|   08/12/2010

Em 2010, PIB da construção bate recorde

Márcia de Chiara

 O Produto Interno Bruto (PIB) da construção civil atingiu crescimento recorde neste ano de 11% em relação a 2009 e deve aumentar 6,1% em 201o, segundo estimativas do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP). As projeções são de crescimento real, isto é descontam a inflação do setor no período.

 "O desempenho de 2010 foi o melhor desde a década de 70", afirma o diretor de economia da entidade, Eduardo Zaidan. Segundo a coordenadora de projetos da FGV, Ana Maria Castelo, a construção civil imobiliária respondeu por 60% do crescimento do setor registrado neste ano e o restante veio das obras de infraestrutura. Para 2011, a fatia do segmento imobiliário deve subir para 65%.


Jornal O Estado de S. Paulo/BR|   08/12/2010

2,8 milhões de trabalhadores estão nas obras 
 
O emprego com carteira assinada na construção civil neste ano cresceu mais que o dobro da média nacional da ocupação para o setor nas seis regiões metropolitanas do País pesquisadas pelo IBGE, segundo dados do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo.

 Entre janeiro e outubro deste ano, o número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor aumentou 15,1% na comparação com igual período de 2009. Enquanto isso, a ocupação na construção civil como um todo teve um acréscimo de 7%.

 Sergio Watanabe, presidente do Sinduscon-SP, calcula que o setor encerre 2010 com um estoque de 2,8 milhões de trabalhadores. Ele acredita que a falta de mão de obra continuará sendo um problema em 2011.


Jornal do Commércio/RJ|   08/12/2010

freio no crescimento em 2011

CONSTRUÇÃO CIVIL Segundo analistas, redução no crédito, assim como limitação de programas de obras públicas do governo federal, farão com que o setor tenha desempenho inferior ao deste ano, quando deverá registrar alta de 11% no PIB

 ELISA SOARES

 A oferta de crédito, os programas do governo e os mecanismos fiscais utilizados para driblar a crise e aquecer o comércio foram os principais responsáveis pela expansão da construção civil este ano, segundo analistas. O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) prevê crescimento de 11% no Produto Interno Bruto (PIB) do setor em 2010, e de 6% para o ano que vem, e baseia sua estimativa no aumento de 15% na contratação formal de mão de obra para construção civil no período de janeiro a setembro deste ano.
 Em novembro, a indústria de materiais bateu recorde e utilizou 91% de sua capacidade instalada. Os consumos de cimento e aço também cresceram 17% e 19% até setembro e contribuíram para impulsionar o setor.

 Para Erick Scott, analista da SLW corretora, o ano foi de recuperação econômica no mercado doméstico. "Estímulos do governo federal no início do ano, como juros mais atrativos, leis de incentivos e o projeto Minha Casa Minha Vida propiciaram a retomada do crescimento da construção civil", disse. O analista também citou o aumento da renda real do trabalhador e a queda do desemprego como motivadores.

 CRÉDITO. De acordo com o professor do Ibmec do Rio de Janeiro, Nelson de Sousa, foi o crédito que motivou o crescimento do setor, êxito que não deve se repetir nas mesmas proporções no ano que vem.
 "Em 2011 deve dar uma reduzida.

 A taxa de crescimento vai ser menor, porque várias áreas da economia serão travadas, os próprios programas do governo não terão tanto crédito", analisou.

 Sousa explicou que boa parte do crédito ofertado e as obras públicas são sustentadas pelo governo, que tem limite orçamentário. Além disso, o professor projeta uma redução no crédito. "A sociedade assumiu o compromisso e vai ter dificuldade de honrar", disse.

 Segundo ele, a grande maioria das obras previstas para 2011 depende de recursos públicos. "Enquanto o ministro da Fazenda (Guido Mantega) diz que terá que reduzir os investimentos e alterar o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), o atual presidente (Lula) diz que nada vai mudar, o cenário não está definido", explicou Sousa


Jornal do Commércio/RJ|   08/12/2010

sinduscon quer mais redução de tributos
 
Mesmo com incertezas sobre a política econômica do próximo governo, o diretor de Economia do SindusCon-SP, Eduardo Zaidan, insistiu na necessidade de o governo continuar reduzindo a carga de tributos e encargos da construção e reduzir a burocracia no licenciamento dos empreendimentos imobiliários. "Essas medidas são essenciais para elevar a produtividade da construção, de modo que ela possa continuar contribuindo para o crescimento do PIB", disse.

 O presidente do SindusConSP, Sergio Watanabe, também acredita que o setor não terá em 2011 o mesmo desempenho que o apresentado este ano. "A construção em 2011 deverá crescer em ritmo menos acelerado, impulsionada por investimentos públicos e privados, pelo PAC 2, Minha Casa, Minha Vida 2 e pelas obras relativas à preparação para a Copa do Mundo e a Olimpíada", afirmou.

 Para Scott, o governo vai precisar conter a inflação no próximo ano, e vai aumentar os juros como defesa, o que não vai favorecer a construção civil. Watanabe traçou, como desafios para o setor no ano que vem, a contratação de mão de obra qualificada e obtenção de terrenos.

 "Vamos intensificar a qualificação dos trabalhadores e precisaremos investir mais em tecnologia, para aumentar a produtividade", disse.
 Mesmo assim, empresários da construção civil se mostraram otimistas em relação ao desempenho das construtoras no futuro, de acordo com os resultados da 45ª Sondagem Nacional da Construção, realizada pelo SindusCon-SP e pela Fundação Getulio Vargas em novembro.

 Segundo a pesquisa, os empresários acreditam que o crédito imobiliário continuará em expansão e os lançamentos serão voltados para famílias de média e baixa rendas.

 Além disso, há consenso de que a mão de obra será um dos pontos críticos do próximo ano, o que pode pressionar os custos do setor. Por outro lado, as empresas consultadas na sondagem se disseram dispostas a investir em novas tecnologias, máquinas e equipamentos.

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