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31/12/2010

Economia deve crescer menos em 2011

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34/12/2010 :: Edição 034

Jornal Diário do Comércio – MG/MG|   31/12/2010

Economia deve crescer menos em 2011

Problemas de infraestrutura e gargalos vão determinar um ritmo de expansão mais lento para o PIB

 RAFAEL TOMAZ .
 ALISSON J. SILVA

 O setor de construção mineiro deverá registrar incremento de 13% no atual exercício; Sinduscon-MG prevê expansão de 6% para 2011

 O crescimento menos intenso da economia brasileira em 2011 é considerado mais adequado para o país, na opinião de empresários e economistas consultados pelo DIÁRIO DO COMÉRCIO. Segundo eles, a redução do ritmo se faz necessária diante da carência de infraestrutura e dos gargalos que dificultam o aumento da capacidade produtiva no país.

 Em 2010, o Produto Interno Bruto (PIB) nacional deverá registrar alta de 7,6%, conforme estimativas do Banco Central (BC). Porém, a expansão acelerada trouxe problemas, como a pressão inflacionária, que levou o governo a tomar algumas medidas, como a elevação do compulsório dos banco, que retirou R$ 61 bilhões da economia. Para o próximo ano, as projeções apontam para crescimento entre 4% e 5% no PIB em relação ao atual exercício.

 De acordo com o diretor-presidente da Suggar Eletrodomésticos, José Lúcio Costa, o país poderia crescer mais. "Mas para isso seriam necessários investimentos em infraestrutura, o que não é feito", disse.

 ALISSON J. SILVA

 José Lúcio Costa lembrou os efeitos positivos da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para a linha branca

 Em meio à carência de infraestrutura, o melhor para a economia brasileira é manter um crescimento moderado e gradual do PIB. "Devagar se vai longe", defendeu o diretor-presidente da empresa, sediada no Distrito Industrial de Olhos D"Água, em Belo Horizonte.

 Além disso, Costa lembrou que, para manter a expansão da economia, será preciso enfrentar desafios, como a reforma tributária. "Em todas as eleições são feitas promessas de realizar a reforma, o que nunca acontece", afirmou. A reclamação fas sentido, já que a pesada carga tributária no Brasil vem reduzindo a competitividade das companhias brasileiras, principalmente diante da sobrevalorização do real, que elevou a concorrência no mercado interno em virtude do crescimento significativo das importações.

 "É preciso fazer as contas de maneira mais inteligente", disse Costa. Conforme ele, a redução da carga de impostos poderá fomentar a geração de emprego, que beneficiará o consumo e a arrecadação no país. Para sustentar sua tese, o empresário lembrou os efeitos positivos da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos zero quilômetro, eletrodomésticos da linha branca (fogão, geladeira, tanquinho e máquina de lavar) e materiais de construção.

 Entre o final de 2008 e primeiro trimestre de 2009, o governo anunciou as medidas de desoneração fiscal para minimizar os efeitos da crise financeira internacional sobre estes setores. Após o pacote de benefícios, foi verificado incremento na demanda e na geração de empregos na indústria.

 Outro ponto destacado por ele é a necessidade de redução das taxas de juros praticadas no país, que ainda estão entre os maiores do planeta. "Além disso, é preciso reduzir a burocracia", acrescentou.

Construção  – O crescimento moderado em 2011 também foi apontado como ideal pelo diretor-presidente da construtora Mascarenhas Barbosa Roscoe S/A (MBR), Luiz Fernando Pires, que concordou que a falta de infraestrutura e os gargalos vão limitar o crescimento do PIB em 2011.

 A indústria da construção, por exemplo, deverá registrar incremento de 13% no atual exercício, segundo Pires, que preside ainda o Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado Minas Gerais (Sinduscon-MG). "Em 2011, o incremento do setor deverá alcançar 6%", projetou.

 Entre os desafios enfrentados pelo setor em Minas, de acordo com ele, está a falta de mão de obra para atender à demanda. Com o aquecimento verificado em 2010, a geração de empregos no setor em Minas Gerais aumentou 22,12% entre janeiro e novembro na comparação com o mesmo intervalo do ano passado.

 Conforme os últimos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o número de trabalhadores com carteira assinada no Estado passou de 295,747 mil em janeiro para 361,174 mil em novembro de 2010.

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