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Agência CBIC

22/08/2015

DNCS RJ – Construção Civil do Rio investe na juventude para mudar o País

Na 9ª edição do Dia Nacional da Construção Social, jovens ganham diploma do Curso de Iniciação Profissional no setor

""Não poderia ser mais oportuno, para a construção civil do Rio de Janeiro, o tema escolhido para a nona edição do Dia Nacional da Construção Social (DNCS) 2015. “Quer mudar o mundo? Mãos à obra!” veio ao encontro do trabalho que o Seconci-Rio e o Sinduscon-Rio  desenvolvem no sentido de abrir novas perspectivas para os jovens e, através deles, transformar a sociedade e o país. Desde o início deste sábado, na LESPAM (Liga de Esportes do Arsenal da Marinha), Zona Norte do Rio de Janeiro, mais de 7 mil pessoas comparecem ao evento, aproveitando o sol forte e a oportunidade de desfrutar do convívio com a família. Um show de Dudu Nobre vai encerrar a comemoração.

Um dos pontos altos da festa, na parte da manhã, foi exatamente a formatura de mais uma turma de Iniciação Profissional, curso que o Seconci-Rio promove há mais de quatro anos, e que atinge jovens de regiões de alta vulnerabilidade social, além de egressos do sistema prisional. São 40 horas de curso gratuito, e já foram treinados mais de dois mil jovens, com cerca de 90% deles já inseridos no mercado de trabalho. O presidente do Seconci-Rio, João Fernandes, confirma que o investimento nos jovens é uma das prioridades do setor. Ele entregou o diploma ao jovem Rafael Martins, de 24 anos, que encontrou no curso a oportunidade de ser qualificar e realizar seu sonho. “Trabalhei numa empresa, na área de segurança do trabalho mas estava desempregado. Um amigo fez o curso, arrumou emprego e isso foi a motivação que faltava. Agora quero fazer mais um curso no Senai e trabalhar nessa área de segurança, mas com qualificação e mais conhecimento”, disse feliz com o diploma na mão.

O superintendente do Seconci-Rio, Sergio Paiva, entregou o diploma ao aluno mais novo da turma, Ramon Gomes, de 22 anos. Apesar de jovem, ele é experiente. Por necessidade, começou a trabalhar aos 18 anos, já passou por quatro empregos, mas foi na construção civil que encontrou uma paixão.

“Vi uma reportagem no jornal Extra sobre o curso e resolvi procurar o Seconci.  Já trabalhei em sinalização de grua e agora, depois desse curso, quero procurar outros, de encanamento predial, por exemplo, porque acho que quanto mais qualificado, mais opções de empregos nós temos. Mas o meu sonho é ser operador de grua, e vou buscar essa qualificação. A construção civil permite que o jovem sonhe com um futuro melhor”, garantiu.

Enquanto as atrações se sucediam no palco e comidas e bebidas eram distribuídas gratuitamente no ginásio coberto, do lado de fora muitas outras atividades chamavam a atenção. O Instituto Avon, um dos parceiros do DNCS no Rio, aproveitava o incremento da participação feminina na construção civil para divulgar a campanha “Maquiagem Invisível, linha 180”, numa referência ao número 180 que o Governo Federal disponibiliza como Central de Atendimento à Mulher vítima de violência doméstica. A “maquiagem invisível”, na verdade, significa que a mulher não deve usar a maquiagem para encobrir marcas de violência. Homens foram abordados para ouvirem sobre o tema e palestras foram proferidas a cada hora, para eles e para elas.

Em duas quadras, professores de patinação e de skate atenderam interessados de todas as idades, que se arriscaram sobre as rodinhas. Ao lado, em um dos campos da LESPAM, pais e filhos disputavam um espaço no céu, logo depois de terem aulas sobre como fazerem pipas. A construção civil do Rio deu novas cores ao céu azul.

O tradicional torneio de futebol “Cidadão da Construção Bate um Bolão” teve a etapa final durante o DNCS e, claro, reuniu muitos jovens. Entre eles, Lucas da Silva, 16 anos. Um jovem aprendiz da Soloteste Engenharia, que ao mesmo tempo em que busca espaço como centroavante de sua equipe, estuda para se tornar eletricista e especialista em Manutenção Industrial na empresa. A escolha pela carreira na construção civil teve influência do pai, Elias, e ele encontrou no setor a possibilidade de evoluir profissionalmente.

“Hoje em dia vemos muitos jovens que não querem fazer nada, desconhecem que a construção civil é uma área interessante, com muitas possibilidades de crescimento. Trouxe amigos para esse evento, para ver se eles se descobrem aqui também. Ainda sou um jovem aprendiz, mas já faço planos de estudar, me transformar num eletricista, me especializar em edificações. E se tudo der certo como planejo, fazer prova e passar para o Instituto Militar de Engenharia (IME). Sou apaixonado por matemática e quero ser engenheiro”, anunciou.

Até as 12h, no primeiro balanço realizado, mais de 9,5 mil atendimentos tinham sido realizados em todos os setores do evento, de Cidadania, Saúde e Lazer. Se forem computados os atendimentos envolvendo comidas, o número já passa de 23,5 mil.

O DNCS é o maior evento de responsabilidade social do setor, voltado para os trabalhadores e seus familiares. A ação, promovida pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), em parceria com o Sesi Nacional, e realizada pelo Sindicato da Indústria da Construção do Rio de Janeiro (SINDUSCON-Rio) e pelo Serviço Social da Indústria da Construção do Rio de Janeiro (Seconci-Rio), já se tornou uma tradição e ocorre desde 2007 com o apoio do Seconci Brasil.

Fonte: Sinduscon-Rio e Seconci-Rio.
 

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