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25/11/2010

Demanda por reforma de prédios em alta

CBIC Clipping

25/11/2010 :: Edição 015

Jornal Diário do Comércio – MG/MG|   25/11/2010

Demanda por reforma de prédios em alta

Crescimento chega a 80%.

 WALLYSSON RANGEL. 
 ALISSON J. SILVA

 Mercado de reforma imobiliária avança na Capital

 O avanço do crédito imobiliário e da renda fez crescer, nos últimos anos, o investimento das famílias em aquisição e reforma de imóveis, revela a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A fatia do orçamento destinada ao item chamado de "aumento do ativo", no qual estão inseridos os gastos com a casa própria, subiu de 4,8% para 5,8%, desde 2002-2003.

 Em Belo Horizonte prova disso é o crescimento da demanda por reformas prediais. Para o acumulado do ano, algumas prestadoras de serviço consultadas pela reportagem do DIÁRIO DO COMÉRCIO preveem uma expansão de até 80% na receita na comparação o resultado de 2009.

 Para o sócio-proprietário da Acesso BHZ Arquitetura e Edificações Ltda, localizada na região da Pampulha, em Belo Horizonte, Abner Gandra, o mercado nunca esteve tão aquecido como em 2010. Somente no primeiro semestre, a empresa registrou um avanço de 50% no volume de contratos em relação a igual intervalo de 2009. Para o acumulado do ano, estima-se que o faturamento alcance crescimento de, pelo menos, 80%.

 "O aumento da procura pelo serviço de reforma predial é uma resposta ao avanço do crédito imobiliário e da renda. Estamos sentindo este aquecimento com o registro de muitos orçamentos. Vários prédios estão em reforma", disse o empresário, ao explicar também a importância do investimento em melhorias no prédio para a valorização do imóvel.

 A Styllus Prestação de Serviços Ltda, com sede no bairro Cidade Nova, região Nordeste de Belo Horizonte, acompanha as boas perspectivas do mercado. O aumento na demanda no primeiro semestre deste ano sobre igual intervalo de 2009 foi de 20%. "Vale ressaltar que a capital mineira está ficando velha e, com isso, estamos com grande volume de pedidos. Além disso, quem vai vender o apartamento investe em reforma para aumentar o valor final do imóvel. Por outro lado, quem compra quer personalizar e faz adaptações", explicou o proprietário da empresa, Jeremias Ribeiro Sousa.

 Ainda de acordo com ele, o bom momento do mercado tem como base a necessidade que as pessoas têm de reformar para que o imóvel não perca valor. "Mesmo com a crise econômica, o serviço de reformas está aquecido, pois somente com elas o imóvel usado pode ser valorizado. O consumidor que compra o bem quer deixá-lo do seu jeito e é aí que entramos com o serviço."

 ALISSON J. SILVA

 Na Milenar, diz Felipeto, é esperado um avanço de 25% no faturamento

 Contratos  – A Milenar Reformas Prediais Ltda, localizada no bairro Grajaú, região Oeste de Belo Horizonte, segue na esteira do setor. Segundo o proprietário da empresa, Marcelo Henrique Felipeto, além do crescimento natural do mercado, existe também o fator sazonal, uma vez que o longo período sem chuvas na Capital potencializa o crescimento desse tipo de negócio. "Temos demanda constante. Até o fim do terceiro trimestre, a procura é de 70% a 80% maior do que nos períodos chuvosos, leia-se dezembro."

 Segundo ele, o fato de a crise não ter afetado o setor da construção civil fez com que o segmento de reformas também mantivesse níveis altos de expansão, mesmo com a esperada retração no consumo.

 "Conseguimos manter os bons resultados no período, o que significa que o aquecimento, que é sazonal, foi preservado. Para dar suporte ao crescimento no volume de contratos e, por conseqüência, potencializar os negócios, será investido cerca de R$ 200 mil com o propósito de ampliar a frota de veículos, compra de novos equipamentos e programas de treinamento", disse Felipeto, ao informar que a Milenar estima um avanço de 25% no faturamento em 2010 em relação à receita do exercício anterior.

 Conforme ressaltou o proprietário da Milenar, somente na primeira metade do exercício houve uma alta de 40% no fechamento de contratos em relação a idêntico intervalo de 2009. A explicação, segundo Felipeto, está no comportamento do mercado imobiliário em Belo Horizonte, visto que quando o número transações de imóveis (compra e venda) é alto, a demanda por reformas cresce na mesma proporção.

 Assim como as demais empresas do segmento em Belo Horizonte, a Vanguarda Engenharia, sediada no bairro Barroca, região Oeste da Capital, também está otimista com o crescimento do mercado verificado nos últimos meses. De janeiro a junho, foi observada uma expansão de 50% no volume de contratos e, para o acumulado do exercício, a expectativa é ampliar os negócios em, no mínimo, 40% na mesma base de comparação.

 De acordo com o proprietário da Vanguarda Engenharia, Alexandre Andrade, o fator preponderante que alavancou o segmento nos últimos três anos, excluindo o período de crise financeira, foi o crescimento da economia brasileira, principalmente em função da isenção e redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para diversos setores econômicos e, em especial, para a construção civil.

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