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28/03/2012

Custos para construir ou reformar subiram 7,85% nos último 12 meses

"Cbic"
28/03/2012 :: Edição 286

 

G1 – Globo/BR 28/03/2012
 

Custos para construir ou reformar subiram 7,85% nos último 12 meses

Mão de obra é a principal responsável pela alta dos custos. Nos últimos anos, a oferta de trabalhadores não acompanhou o aumento da procura.
 Construir ficou muito mais caro no Brasil, muito mais caro do que os índices oficiais de inflação. Não só materiais de construção tiveram os preços reajustados para cima, o que subiu mesmo foi o custo de mão de obra.
 Quem recebe comissão não tem do que reclamar. Está sempre tendo venda de material de construção. É um ramo que não para mesmo, diz o vendedor Ednaldo Costa.
 Os custos para quem quer construir ou reformar subiram 7,85% em média nos últimos 12 meses de acordo com o Índice Nacional de Custo da Construção, o INCC, divulgado nesta terça-feira (27).
 Os materiais ficaram mais caros, mas pesquisando é possível ajustar o orçamento. Agora, o que torna qualquer obra complicada é encontrar pedreiro, encanador, pintor por um bom preço.
 A mão de obra é a principal responsável pela alta dos custos da construção. Subiu 11,85% nos últimos 12 meses. No mesmo período, o índice oficial de inflação foi quase a metade: 5,61%.
 Você achar um profissional qualificado para essa área de reforma está bem difícil, os preços tão bem altos porque os que têm competência cobram bem caro, explica a analista de recursos humanos, Tatiana Lopes.
 Nos últimos anos, a oferta de trabalhadores no setor não acompanhou o aumento da procura.
 Você tem um lado as construtoras demandando mão de obra para produção habitacional, produção de infraestrutura e do lado as famílias demandando mão de obra para fazer suas reformas, fala a economista Ibre-FGV, Ana Maria Castelo.
 Mais da metade da nova classe média tem planos de reformar nos próximos 12 meses, segundo um estudo do Instituto Data Popular. O setor continua aquecido. O gestor de TI, Cléber Vilela de Souza, passou um ano pesquisando preços e profissionais. Chegou a fazer dez orçamentos e finalmente tomou coragem para encarar a conta. "Às vezes o preço é caro, às vezes a referência não tem, ou tem referências negativas. A gente conseguiu conciliar um cara que faz um serviço bom e rápido, explica Cléber.

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