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AGÊNCIA CBIC

25/03/2020

Covid-19: Países adotam medidas para manter o emprego na construção

Líderes do setor habitacional de cinco continentes, incluindo países desenvolvidos, se reuniram virtualmente nesta quarta-feira (25), numa iniciativa da International Housing Association (IHA), para anunciar as boas práticas que estão sendo adotadas pelos países membros na área da construção civil e discutir as perspectivas econômicas globais à luz da pandemia do coronavírus (Covid-19).

Dos países participantes – Brasil, Estados Unidos, Japão, Taiwan, Israel, Noruega, Bélgica, Canadá, África do Sul e Finlândia –, o único que paralisou completamente as obras foi o Japão. Há, nos países, uma solicitação geral para reduzir ou postergar o pagamento de impostos e o financiamento tanto para as pessoas físicas quanto para as construtoras, e ampliação do prazo de validade do alvará para construção. Alguns países já manifestaram redução de obras em razão da diminuição de insumos.

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), representada por Mariana Ribeiro, apresentou o quadro nacional da construção civil, dando ciência de que o setor permanece em atividade, seguindo recomendações de segurança e saúde para a contenção do vírus. Sobre o sistema bancário nacional, esclareceu que os maiores bancos financiadores de habitação são públicos.

Nos Estados Unidos, 40% dos geradores do PIB estão parados e se continuarem por mais oito semanas a previsão é de queda de 11% do seu produto interno bruto.

No Japão, há uma negociação para aumentar o prazo de carência para pagamento dos impostos. Foi definido um plano para implementação de financiamento para as pequenas e médias empresas construtoras.

Em Taiwan e em Israel há uma medida de precaução quanto aos prazos de entrega das obras em razão da redução do volume de suprimentos de materiais de construção. Ambos conseguiram convencer os governos a continuar trabalhando e produzindo de alguma forma em função da parcela de impacto que têm no PIB nacional.

Na Noruega, também há atraso de insumos oriundos principalmente da Espanha e da China, mas o setor continua em atividade.

Na Bélgica, 50% dos canteiros de obras estão funcionando. O governo dispensou até setembro o pagamento dos financiamentos de imóveis para os clientes e para as construtoras e vão postergar todos os impostos federais. Além disso, vão injetar 50 bilhões de euros na economia (cerca de 5 mil euros por habitante). O governo quer a contrapartida dos bancos para que nem o Estado nem as pessoas “quebrem”.

No Canadá, o governo também está dando seis meses de carência para o pagamento dos financiamentos.

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