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Agência CBIC

26/08/2020

Covid-19: Construtora contrata vans para evitar uso de transporte coletivo

De acordo com a Companhia Metropolitana de Transporte Coletivo (CMTC), que faz o monitoramento da demanda de passageiros em Goiânia e região metropolitana, a média dos primeiros meses do ano foi de 480 mil usuários por dia. Com a pandemia do novo coronavírus, com muitas pessoas trabalhando à distância e a recomendação de ficar em casa, a demanda caiu para cerca de 165 mil usuários, o que ainda é um número grande e preocupa as autoridades de saúde, visto a qualidade do transporte público no País todo.

Visando uma maior segurança aos seus colaboradores, a Brasal Incorporações optou por fornecer um transporte alternativo para eles. Em uma obra, a empresa contratou duas vans para essa finalidade. Em outra, está custeando transporte por aplicativo. “Infelizmente, os usuários do transporte coletivo das grandes cidades não conseguem manter o distanciamento social recomendado pelas autoridades de saúde dentro dos veículos ou nos terminais e pontos de ônibus, principalmente em horários de pico. Assim, optamos por disponibilizar a condução para ir e voltar do trabalho para que nossos colaboradores possam ficar mais seguros neste momento”, destaca o diretor da filial em Goiânia da incorporadora, Thiago Galvão.

No Setor Marista, na obra Cena Marista, a Brasal Incorporações disponibilizou duas vans para transportar 10 colaboradores para o trabalho. “Devido a logística, uma van apenas não conseguiria fazer o transporte de todos em um bom tempo, então dividimos os trabalhadores de acordo com os bairros onde moram. Uma van faz uma rota na região leste da cidade, enquanto a outra faz um trajeto na região noroeste”, explicou o engenheiro responsável pela construção, Rafael Vianna.

Para o pedreiro José Neves Batista o transporte na van que faz a rota da região noroeste foi muito eficiente. “Tem álcool em gel na frente e no meio do veículo, antes de entrar o motorista alerta sobre o uso da máscara, eu gostei muito. Sou o primeiro da rota, depois que pegamos os colegas que moram em Goiânia, passamos na entrada de Trindade, pegamos o outro e seguimos direto para a obra”, conta ele, que antes pegava dois ônibus e passava por um terminal para chegar ao trabalho.

Já na rota da região leste, a auxiliar de serviços gerais Francidalva de Sousa Barros, também pegava dois ônibus para chegar ao trabalho e passava por dois terminais. “Eu acordava 3h30, saía de casa às 4h. Agora saio às 5h30, sou a terceira na rota da van, achei ótimo. Estava com medo de andar nos coletivos, pois quando não tem mais cadeira eles levam as pessoas em pé, mesmo não sendo permitido”, relata ela, que mora no Residencial Paraíso, em Senador Canedo.

O presidente do Seconci Goiás (Serviço Social da Indústria da Construção no Estado de Goiás), Yuri Vaz de Paula, destaca a importância da iniciativa. “Com ações inovadoras as empresas estão ajudando a desafogar o transporte coletivo e atendendo ao decreto estadual 9.653 que determina a ocupação de cada veículo limitada à capacidade de passageiros sentados. Assim é possível garantir mais segurança aos trabalhadores durante esse período de pandemia”, declara. A instituição elaborou um plano de contingência com orientações sobre transportes de colaboradores, entre várias outras diretrizes, para auxiliar as empresas associadas a organizarem os canteiros de obras e a rotina dos trabalhadores com medidas de proteção sanitária.

Aplicativo

Na obra do Reserva Parque Areião, no Setor Marista, apenas dois trabalhadores não tinham meios próprios para irem ao trabalho e moram em Senador Canedo, na região metropolitana da capital. Sendo assim, a empresa está pagando um carro de aplicativo para buscá-los e levá-los até a construção. “Como eram poucos, esse meio foi o mais viável. O motorista pega e deixa cada um na sua casa e eles gostaram da solução”, explica o engenheiro responsável pela obra, Farley Barbo Ribeiro.

A ajudante geral Susane Silva pega carro de aplicativo com colega para ir ao trabalho em um canteiro de obra da Brasal

A ajudante geral Susane Ademar Freitas Silva foi beneficiada pela alternativa e corrobora a questão. Antes saia de casa, no Residencial Morada do Bosque, na cidade vizinha, por volta de 4h40 e precisava pegar entre quatro e cinco ônibus para chegar ao trabalho. Agora o carro a busca, depois passam na casa do colega, no Residencial Prado, e seguem para a obra. “Agora gasto apenas uma hora, é mais ágil, foi muito bom. Além disso, a segurança é maior, tanto em relação a assalto, já que saía muito cedo de casa, quanto em pegar o vírus, pois os ônibus são lotados”, destaca ela sobre o medo que tem com o transporte público.

Essa matéria faz parte do Mapeamento de Boas Práticas em Responsabilidade Social no setor da construção durante a pandemia do coronavírus e é parte integrante do projeto ‘Responsabilidade Social e a Valorização do Trabalhador’, realizado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), em correalização com Serviço Social a Indústria (Sesi Nacional).

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