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30/03/2011

Cortes de gastos emperra "Minha Casa"

30/03/2011 :: Edição 067

Jornal O Estado de S.Paulo/BR   |   30/03/2011

cortes de gastos emperra "minha casa"

Por falta de recursos orçamentários, nenhum projeto para famílias que
recebem até três salários mínimos foi assinado com a Caixa este ano

Naiana Oscar – O Estado de S.Paulo

Uma das bandeiras de campanha da presidente Dilma Rousseff, o programa Minha Casa, Minha Vida está
parcialmente estagnado desde o início do ano. Até agora, nenhum projeto para
famílias que recebem até três salários mínimos (nível mais econômico do
programa) foi assinado com a Caixa
Econômica
Federal – um reflexo direto do contingenciamento de gastos do
governo.

"O primeiro e mais importante motivo é um só: faltou dinheiro",
diz Paulo Simão, presidente da Câmara Brasileira da Indústria
da Construção
(CBIC).
"No ano passado, os contratos de zero a três salários superaram a meta e
isso absorveu boa parte da verba para o primeiro semestre." A primeira
etapa previa a contratação de 400 mil apartamentos nesse segmento e acabou
fechando o ano com 495 mil.

A segunda fase do Minha Casa, Minha
Vida
– anunciada no ano passado, com a primeira ainda em curso – tem a
meta de erguer 2 milhões de unidades até 2014 – das quais 60% para famílias que
ganham até três mínimos. Em janeiro, foram definidas as novas regras de
financiamento para a faixa de três a dez salários.

O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) decidiu
elevar de R$ 130 mil para R$ 170 mil o valor máximo do imóvel que pode ser
financiado nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio e Distrito Federal. O
limite estava congelado há três anos e seu aumento era reivindicado pela indústria da construção civil.

As definições do programa para a faixa de zero a três salários também
começaram a ser discutidas no início do ano passado, mas não foram anunciadas.
"Essa é a parcela que mais pressiona o orçamento e, por isso, está
demorando mais para ser regulamentada", diz Eduardo Zaidan, diretor de
economia do Sindicato da Construção
Civil
em São Paulo. A expectativa do setor é que a nomeação de Jorge
Hereda, que ontem tomou posse na presidência da Caixa, acelere a retomada do
programa. Ex-vice-presidente de Governo
da instituição, Hereda já era o responsável pelo Minha Casa.


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(Matéria publicada também no Jornal de Brasília sob a chamada: Programa habitacional parado )

(Publicada também no jornal Diário do Comércio: corte de gastos emperra programa de habitação )

"Cbic"

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