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03/03/2011

Cortes atingem menor faixa de renda do Minha Casa, Minha Vida

 

03/03/2011 :: Edição 050

Portal IG/BR  |   03/03/2011

cortes atingem menor faixa de renda do minha casa, minha vida

Programa usa recursos da União para viabilizar imóveis para famílias com
renda até R$ 1.395; demais faixas recebem verba do FGTS

Marina Gazzoni, iG São Paulo Compartilhar:

Os cortes de recursos do programa Minha
Casa, Minha Vida atingirão os empreendimentos destinados a famílias com
renda entre zero e três salários mínimos. A verba da União é utilizada
exclusivamente na construção de imóveis para esse público, que respondem por
60% da meta do governo de construção de 2 milhões de unidades entre 2011 e
2014, período em que o programa entra na sua segunda fase. O governo anunciou
nesta segunda-feira uma redução de R$ 5 bilhões no orçamento do Minha Casa, Minha Vida deste ano,
economia que faz parte de um corte de R$ 50 bilhões feito nos gastos previstos
para 2011.

O Minha Casa, Minha Vida
também oferece crédito com condições especiais para famílias com renda entre
três e dez salários mínimos, mas esse segmento recebe do FGTS e não será
afetado pela redução do Orçamento. A maioria das incorporadoras, como MRV,
Rossi e Tenda, oferece produtos para este segmento.

Leia também: Governo detalha corte de R$ 50 bilhões no OrçamentoCorte
anunciado ontem retém aumentos para 1 milhão de aposentadosTurismo e Esporte
têm mais despesa reduzida no corte de R$ 50 biGoverno eleva preço máximo de
imóveis no "Minha Casa, Minha Vida"Consumidores
apontam falhas no Minha Casa, Minha
Vida

O setor imobiliário temia uma
"parada técnica" na liberação de recursos do programa no início do
ano pela necessidade de aprovação do Minha
Casa, Minha Vida 2, e antecipou os lançamentos no fim do ano passado, de
acordo com o presidente do Sindicato da Habitação (Secovi-SP), João Crestana.
"As empresas aceleraram os projetos no fim do ano passado para atender
também a demanda do primeiro trimestre deste ano", diz Crestana.

Para ele, o setor imobiliário
"levou um susto" ao receber a notícias de cortes no programa, mas,
agora as incorporadoras já entendem que os recursos aprovados para 2011 e os
que sobraram de 2010 serão suficientes para atender a demanda deste ano.

Há um excedente de R$ 9,5 bilhões do orçamento de 2010 do Minha Casa, Minha Vida que não foi
utilizado e que poderá ser contratado neste ano, de acordo com informações do
Ministério das Cidades. Os demais recursos do orçamento de 2011 só poderão ser
utilizados após a aprovação no Congresso da medida provisória que cria a
segunda fase do Minha Casa, Minha Vida.
A previsão do governo é que texto seja votado a partir de abril.

As famílias com renda até três salários mínimos são proprietárias de 57% das
1 milhão de unidades contratadas em 2010, de acordo com informações da Caixa Econômica Federal. Ao todo,
483.741 moradias receberam
verbas do Orçamento Geral da União – outras 91.133 foram financiadas com
recursos do FGTS.

As famílias interessadas em comprar unidades dentro do Minha Casa, Minha Vida ainda poderão receber
o benefício. Para isso, elas devem procurar as construtoras que oferecem
imóveis enquadrados no programa e os bancos que liberam o financiamento com
subsídio.

Dinheiro não é o problema

O maior entrave para o lançamento de unidades destinadas a população com
renda familiar de até três salários mínimos é o limite fixado para a avaliação
dos imóveis, de acordo com Crestana. Os valores variam em cada município, mas
um apartamento pode custar, no máximo, R$ 52 mil.

"Não conseguimos viabilizar projetos com este teto de preços",
afirmou o presidente da MRV, Rubens Menin. A construtora atendeu ao pedido do
governo e chegou a lançar unidades neste segmento no ano passado, mas, este
ano, vai se concentrar nos imóveis destinados a família com renda entre três e dez
salários mínimos.

A MRV pretende lançar 45 mil unidades neste ano, 85% delas dentro do Minha Casa, Minha Vida, mas nenhuma
para o segmento de zero a três salários mínimos. "Se houver uma mudança no
teto, pode ser que a gente consiga viabilizar algum empreendimento para essa
faixa de renda", diz.

O setor imobiliário já
conseguiu negociar um aumento dos tetos para os imóveis destinados a faixa de
renda seguinte. A partir de abril, será possível financiar imóveis com recursos
do FGTS com valores até R$ 170 mil. Hoje, o teto para as maiores cidades do
país é de até R$ 130 mil.


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