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17/06/2011

Construtoras: sem novidades

 

"Cbic"
17/06/2011 :: Edição 121

Jornal do Commercio RJ/RJ – 17/06/2011

Construtoras: sem novidades

Positivo, porém sem surpresas. Esta foi a avaliação de executivos de construtoras e incorporadoras quanto ao lançamento da segunda etapa do programa Minha Casa,Minha Vida.Para representantes do setor imobiliário, os ajustes anunciados, que incluíram também a adequação das faixas de renda, ficaram em linha com o que já era demandado e esperado pelo mercado."Não houve muita novidade.Havia expectativa quanto ao ajuste de valores, que estavam defasados", disse o diretorsuperintendente da Direcional Engenharia, Roberto Senna.

 Diferentemente da primeira etapa,quando a divisão era feita por quantidade de salários mínimos, agora poderão participar famílias que ganham até R$ 5 mil por mês.No início de fevereiro, o governo federal havia elevado o preço máximo dos imóveis enquadrados no Minha Casa,Minha Vida, mas não alterou as faixas de renda participantes.

 Apesar dos ajustes, Senna alertou para o mesmo "desafio" vivido pelas construtoras na primeira fase do programa: desenvolver moradias para a população que ganha até R$ 1,6 mil por mês, faixa que será contemplada com 1,2 milhão de unidades na nova fase."O preço continua sendo apertado e ainda é difícil viabilizar empreendimentos (para essa faixa de renda) sem parceria do Estado para doação de terrenos e criação de infraestrutura", afirmou o executivo, acrescentando que o nível de eficiência das empresas terá de ser muito grande.

 Em relação à afirmação da presidente Dilma Rousseff de que o programa poderá ter 600 mil moradias adicionais, os executivos disseram que, embora represente outro desafio às empresas, a meta pode ajudar a impulsionar os investimentos no setor, levando a um maior número de lançamentos, consequentemente, aumentando o ritmo de vendas.

 "A partir de agora devemos ver um aquecimento das vendas. Com a defasagem (de valores) houve desenquadramento de muita gente", disse o diretor-presidente da Rodobens, Eduardo Gorayeb.

 PRAZO. Após a apresentação da segunda etapa do programa em março de 2010,a expectativa no mercado era de que o plano saísse do papel no início deste ano, mas a aprovação das novas regras só ocorreu no Congresso no mês passado. Representantes do setor, no entanto, não acreditam que o atraso de cerca de seis meses prejudique o prazo firmado.

 "As empresas já estavam se preparando para alterações de limites.O mais importante é a continuidade", avaliou Antônio Guedes, diretorgeral da Living – braço da Cyrela Brazil Realty voltado para baixa renda.

 No âmbito da primeira fase do programa – apresentada em março de 2009 com subsídios da ordem de R$ 34 bilhões – foram contratadas 1,3 milhão de moradias até 29 de dezembro passado.No fim de 2010, cerca de 250 mil residências tinham sido entregues.

 Na visão do diretor de segmento econômico da Brookfield Incorporações,Marcelo Borba,a experiência resultante da primeira fase do programa, somada à agilidade adquirida para repasse de recursos, deve contar a favor para cumprimento das metas traçadas agora."É muito trabalho e um volume significativo, mas ainda assim as empresas se prepararam nos últimos dois anos para participar do programa", disse ele.

 

"Cbic"

 

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