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10/04/2015

Construtoras do AM ainda não foram pagas por obras em programas federais

"Cbic"
10/04/2015

Em Tempo – 10 de abril

Construtoras do AM ainda não foram pagas por obras em programas federais

Empresários do setor da construção civil no Amazonas não estão entusiasmados a terceira fase do Programa Minha Casa Minha Vida, que deve ser lançado ainda este ano pelo governo federal.

O motivo é a falta de pagamento às construtoras responsáveis por obras do programa no Estado, cujas faturas estão atrasadas desde outubro do ano passado, de acordo com o Sindicato das Indústrias de Construção Civil do Amazonas (Sinduscon-AM).

O superintendente da entidade, Cláudio Guenka, destacou que obras do programa realizadas em Manaus, Coari (a 363 quilômetros da capital), Rio Preto da Eva (distante 57 quilômetros) e Presidente Figueiredo (a 107 quilômetros) se encontram com os pagamentos suspensos.

E as empresas que executam obras da primeira fase do Minha Casa Minha Vida são as que enfrentam maior problema. "Se o repasse não for ajustado muitas empresas não vão querer trabalhar na terceira fase e o resultado será pior para todo o Estado", avaliou.

Guenka esteve presente na reunião da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), realizada no último dia 8, em Brasília.

Segundo ele, durante o encontro quem representou o governo foi a presidente da Caixa Econômica Federal, Miriam Belchior, que ao ser cobrada pela falta de pagamento alegou que a instituição é apenas gestora do programa, sendo a Secretaria de Tesouro Nacional (STN), responsável pela efetuação dos pagamentos.

Apesar de o programa habitacional ser um grande estímulo ao mercado imobiliário da construção civil, conforme o superintendente do Sinduscon-AM, a não regularização dos pagamentos pelas obras executadas deixa os empresários sem perspectivas quanto a novos serviços do governo.

"Antes de lançar um novo projeto o governo deveria regularizar o que está para trás, até porque não vivemos um momento favorável", disse.

Mais desemprego 

 O vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de Manaus (Sintracomec-AM), José Lima, criticou a postura dos empresários, uma vez que, ela impacta diretamente no segmento da classe trabalhadora.

"Quem sofre é os trabalhadores que somente este ano já viu o desemprego aumentar no setor em que trabalham. Os empresários não estão preocupados, pois eles têm os incentivos", comentou.

O sindicalista ainda destacou o Projeto de Lei que regulamenta a terceirização (PL) 4.330/04, que se aprovado trará mais prejuízos aos trabalhadores do setor da construção civil. Segundo ele, os empresários devem está vibrando porque, há quase 12 anos eles brigam para conseguir essa lei.

"O projeto vai beneficiar somente os empresários, mas nós não vamos deixar barato" encerrou.

Por Silane Souza (Jornal EM TEMPO)


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