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Agência CBIC

30/05/2018

Construção puxa PIB para baixo e descola da reação da economia

Setor que representa mais de 50% do investimento e grande gerador de emprego e renda, a indústria da construção acumula mais um período de perdas e segue à margem dos sinais de reação da economia brasileira. Resultado do Produto Interno Bruto (PIB) divulgado hoje pelo IBGE confirma novo encolhimento do setor no primeiro trimestre de 2018 — enquanto o país cresceu 0,4%, a construção recuou 0,6%. Na prática, o PIB nacional cresce há quatro trimestres e a construção cai há 16 trimestres consecutivos. “Nosso setor está no seu limite. O investimento acabou, as empresas não tem acesso ao crédito, é grande a insegurança jurídica e ainda estamos lidando com incertezas como o preço do asfalto”, disse José Carlos Martins, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).

Combinado com o anúncio pela Petrobras de novo aumento nos preços dos insumos asfálticos, o resultado do PIB reforçou a preocupação de dirigentes e empresários do setor.  Para o presidente da CBIC, a melhoria do financiamento e a retomada do investimento é essencial para impedir a insolvência do setor. E a melhoria do ambiente de negócios, com a solução de temas como o distrato, pode evitar um maior contágio do mercado imobiliário, que mantém sinais positivos ancorados na redução de estoques, mas não registra aumento no volume de lançamentos. 

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